Segunda-feira é data que brasileiros mais reservam hotéis, aponta pesquisa

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Segundo o Hotel Travel Report 2018, estudo realizado pelo Kayak e que traz informações sobre o comportamento dos brasileiros em relação a viagens, há uma tendência no País de começar a semana planejando uma viagem. Em média, são gastos apenas três minutos e meio na pesquisa do hotel ideal. O estudo também apontou que, ao longo de 2017, 75% das buscas por hospedagens foram feitas para destinos nacionais e 25% para destinos internacionais.
A capital paulista aparece no ranking das cidades mais procuradas para viagens curtas, de até três dias. Com mais de 12 milhões de habitantes, São Paulo conta com boas opções de gastronomia, inúmeros passeios culturais e uma noite agitada. A cidade também é considerada um importante polo econômico e industrial do Brasil, o que influencia no grande fluxo de executivos e pessoas que viajam a negócios. “Sentimos o quanto nossos hóspedes gostam da cidade. Mesmo em viagens a trabalho, a energia que São Paulo transmite encanta qualquer pessoa, deixando a vontade de voltar para aproveitar todas as atrações que a cidade proporciona”, comenta a gerente comercial do Marriott São Paulo Airport, Aline Rubbo. O hotel, que recebe em média 6.069 hóspedes por mês, possui fácil acesso às principais atrações da cidade.
Para viagens médias, de uma a duas semanas, destinos internacionais ganham destaque e Orlando aparece como o favorito. Parques temáticos, dia de compras e restaurantes dos mais variados estilos e preços garantem férias inesquecíveis para todos os visitantes. De acordo com a pesquisa do Kayak, o preço médio de diárias na cidade americana, considerando hotéis de três ou quatro estrelas, e com base no dólar a R$ 3,73, é de R$ 448.
Além de Orlando, outro destino é queridinho dos brasileiros quando se trata de viagens de longa duração: Nova Iorque. A cidade mais populosa dos Estados Unidos possui alguns passeios considerados “obrigatórios”, como a Estátua da Liberdade, uma das sete maravilhas do mundo,  caminhada na Times Square, visita ao Central Park e ainda aproveitar a vista panorâmica do Empire State Building. Atrações não faltam, mas o preço é que pode atrapalhar a viagem. Em média, as diárias são em torno de R$ 936.
A antecedência na procura por hotéis varia de acordo com a duração da viagem. Nas curtas, a tendência é que os viajantes busquem com até 14 dias antes do embarque. Em viagens médias, o número aumenta para 80 dias, e em longas há uma queda para 71 dias. “Normalmente, nossos hóspedes fazem reservas na véspera da viagem. Como estamos localizados próximo ao Aeroporto de Guarulhos, sempre temos algo ’de última hora’”, conta Aline.
 
O HOTEL
O Marriott São Paulo Airport foi o primeiro hotel de luxo a se instalar nas proximidades do Aeroporto Internacional de Guarulhos e o primeiro franqueado da Marriott International na América Latina. O empreendimento da Rede de Hotéis Deville possui infraestrutura completa, com centro de convenções, restaurantes, quadra de tênis, academia e piscina. Para mais informações e reservas: (11) 2468 6999 ou http://www.marriott.com.br/hotels/travel/saoap-sao-paulo-airport-marriott-hotel/

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
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Paranaense Geninho Thomé é reconhecido entre os 100 Mais Influentes da Saúde na categoria Empresário
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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. 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Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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