Show Rural 2022: Sicredi registra mais de R$ 220 milhões em propostas protocoladas durante a feira

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 5,5 milhões de associados em todo o país, encerrou a sua participação no Show Rural Coopavel com mais de R$ 220 milhões em volume de negócios. O número registrado pela instituição financeira cooperativa durante a feira é 17% superior ao verificado na edição de 2020 do evento. No entanto, a disponibilização para os associados ainda depende da liberação de recursos subsidiados do governo federal, seja para o ciclo vigente do Plano Safra 2021/2022 ou para o novo ciclo, o Plano Safra 2022/2023.

O gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Farias, destaca que os resultados positivos na feira reforçam a importância de um dos diferenciais do cooperativismo de crédito e do Sicredi: o relacionamento próximo com o associado. “A nossa atuação é de parceria com o produtor rural, por isso conseguimos atender ao perfil e à necessidade de cada um da melhor maneira possível. Esse atendimento eficiente garante benefícios diretos tanto para o associado quanto para a cooperativa, e também para a comunidade com o fomento ao desenvolvimento regional”, ressalta.

Foco na sustentabilidade no campo: energia solar foi destaque

Um dos focos do Sicredi durante o Show Rural 2022 foi o financiamento e crédito para aquisição de painéis solares, procurando apoiar o produtor rural em relação a alternativas para a energia elétrica no campo. Durante a feira, a instituição financeira cooperativa registrou mais de 200 propostas de financiamento para projetos de energia fotovoltaica, gerando um volume de negócios de R$ 42,1 milhões.

Nos últimos anos, o Sicredi tem aumentado a oferta de produtos e serviços da economia verde. A carteira de crédito do Sicredi para financiamento de energia solar no Brasil totalizou R$ 4,5 bilhões ao final de 2021, com aumento de 93% em relação ao mesmo período de 2020. Somente nas regionais Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o total liberado ultrapassou R$ 1,1 bilhão, em mais de 27 mil operações no ano passado.

No último dia do Show Rural (11), em cerimônia simbólica junto ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e ao Governo do Estado foram entregues a produtores rurais associados do Sicredi recursos para aquisição de painéis solares e maquinários por meio do convênio firmado entre Sicredi, BRDE e Banco do Agricultor, uma iniciativa do governo do Paraná.  No total, oito produtores estiveram presentes na cerimônia juntamente com dirigentes do Sicredi e demais representantes de órgãos públicos.

Segunda maior instituição na concessão de crédito rural

Com raízes no campo, o Sicredi tem uma longa parceria com o agronegócio.  A instituição se destacou no ranking da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) como a 2.ª maior instituição financeira na concessão de crédito destinado ao agronegócio.

“Grande parte dos nossos associados é ligada ao agronegócio, em especial à agricultura familiar. E conectado com a nossa própria história e aos propósitos do cooperativismo de crédito, o Sicredi atua diretamente no fomento ao produtor rural com o compromisso de oferecer consultoria e crédito responsável adequado às necessidades dos produtores associados”, finaliza Farias.

 

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.200 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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