Sicredi amplia participação na Semana Nacional de Educação Financeira

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Com o objetivo conscientizar sobre hábitos de consumo e organização das finanças pessoais, instituição financeira cooperativa realizou mais de 700 ações em maio

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com 3,5 milhões de associados e presença em 20 estados brasileiros – apoiou fortemente a 4ª Semana Nacional de Educação Financeira, uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) com o intuito de promover a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF). Neste ano, as cooperativas de crédito filiadas ao Sicredi em todas as regiões do Brasil desenvolveram mais de 550 ações no período de 8 a 14 de maio. Em função do grande engajamento, o Sicredi ampliou o calendário das suas ações até o final do mês de maio e, considerando esse período, registrou cerca de 700 atividades.
Com o tema “Consumo Consciente”, a instituição realizou diversas ações – como palestras, cursos (presenciais e a distância), oficinas, feiras e até peças de teatro – para estimular a conscientização sobre hábitos de consumo e divulgar oportunidades de organização das finanças pessoais. Só nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro foram mais de 207 iniciativas que contemplaram todas as idades, desde palestras para micro e pequenos empresários, até jogos lúdicos para crianças.
Uma das iniciativas foi o hotsite (www.sicredinasemanaenef.com.br), criado pelo Sicredi para compartilhar informações sobre educação financeira, dicas, testes, entre outros conteúdos. A página recebeu mais de 50 mil visitas durante a 4ª Semana ENEF.
“Este ano o Sicredi escolheu o tema consumo consciente, pois temos como propósito conscientizar nossos colaboradores, associados e comunidade sobre a relevância do equilíbrio de suas finanças. Também está no nosso foco o público jovem, pois acreditamos que a educação financeira transmitida desde cedo é fundamental”, afirma a gerente da Fundação Sicredi, Cristiane Amaral.
 
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,5 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 20 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros.
Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.
*Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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