Sicredi apresenta crescimento de 20% em 2017

Poupança teve destaque em depósitos, com incremento de 39,4%, alcançando R$ 9,59 bi

 

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,7 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros – anuncia os resultados financeiros auditados de 2017. No ano passado, a instituição registrou 20% de crescimento, alcançando o resultado líquido de R$ 2,35 bilhões. Os ativos totais apresentaram crescimento de 17,3%, na comparação com o ano anterior, chegando a R$ 77,3 bilhões.
Em patrimônio líquido, o Sicredi também conquistou resultado positivo, com aumento de 18,2%, totalizando R$ 12,8 bilhões. O Índice de Basileia Aglutinado (análise gerencial que compara o patrimônio de referência de todas as entidades do Sistema com os riscos de suas atividades) foi de 24,03%, em dezembro de 2017, o que representa confortável situação patrimonial.
Os depósitos totais cresceram 17,5%, com volume de R$ 50,4 bilhões. A poupança foi a categoria que apresentou o melhor desempenho, com aumento de 39,4%, alcançando R$ 9,59 bilhões de carteira. Na sequência, estão os “depósitos à vista”, com incremento de 23,9%, totalizando R$ 7,16 bilhões.
“O ano de 2017 foi um dos melhores da trajetória do Sicredi, pois continuamos contribuindo fortemente com os nossos associados e com o desenvolvimento local. Conquistamos um crescimento sólido em indicadores financeiros, mesmo com todas as adversidades do cenário econômico. Também cabe destacar o processo de transformação digital por meio do qual estamos realizando a substituição progressiva dos sistemas que processam os nossos produtos e serviços (core bancário) e o desenvolvimento da nossa plataforma digital Woop Sicredi”, afirma o presidente-executivo do Banco Cooperativo Sicredi, João Tavares.
A carteira de crédito totalizou R$ 43,9 bilhões no final de dezembro de 2017, aumento de 21,1% na comparação com o mesmo período no ano anterior. Desse total, R$ 25,2 bilhões foram destinados para o crédito geral, enquanto o crédito rural recebeu R$ 18,7 bilhões. A taxa de inadimplência fechou 2017 com 1,74%, apresentando decréscimo de 0,64 pontos percentuais na comparação com dezembro de 2016.
As receitas de serviços somaram R$ 1,56 bilhão, aumento de 21,0% nos últimos 12 meses, com destaque para as receitas originárias de tarifas e serviços bancários (R$ 619,4 milhões), seguros (R$ 263,7 milhões), cartões (R$ 219,8 milhões), cobranças (R$ 212,0 milhões) e consórcios (R$ 141,0 milhões).
Também no ano passado, o Sicredi – pioneiro em cooperativismo de crédito no País e modelo de governança no segmento – atingiu a marca de 1.575 agências, em 21 estados brasileiros, com um portfólio que oferece mais de 300 soluções financeiras para os associados. A instituição financeira cooperativa conta com 22,8 mil colaboradores em 1.212 cidades. Em 199 municípios, o Sicredi é a única instituição financeira presente.
 
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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