Sicredi apresenta novo site institucional

Site agora está mais clean, com mais espaçamento, gerando mais conforto visual e com fluxos de navegação mais simples, focando na informação que o usuário precisa naquele momento; nova interface também está presente em sua versão para smartphones e tablets

Já está no ar a nova interface do site institucional (www.sicredi.com.br) do Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 3,9 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e Distrito Federal. Os principais objetivos do processo de evolução do site são melhorar a experiência do usuário, adequá-lo à personalidade da nova marca, atualizar a plataforma com recursos tecnológicos, apoiar a conversão de produtos e serviços e dar suporte à captação de novos associados.
“O site institucional é o principal canal de presença da marca no ambiente digital, uma vitrine para os nossos produtos e serviços, e apresenta a instituição financeira cooperativa de forma dinâmica e profissional, trazendo credibilidade e confiança aos visitantes, sejam os atuais associados ou potenciais associados. Além disso, o site é mais um canal de comunicação oferecido pelo Sicredi, no qual sugestões, reclamações e críticas podem servir de insumos para construir, melhorar e sustentar o relacionamento com nossos públicos”, afirma Ana Paula Cossermelli, superintendente de Comunicação, Marketing e Canais do Banco Cooperativo Sicredi.
Segundo pesquisa divulgada neste ano pela Bain Company, embora a efetivação do negócio seja realizada ainda no ambiente físico, mais de 60% das pessoas usam os canais digitais como sites para pesquisar sobre o produto de interesse, fazer simulações, comparar e decidir qual a melhor solução para suas demandas.
O conceito de reformulação do site institucional foi desenvolvido com base nos atributos da personalidade da marca: simples (fluxos de navegação mais diretos, uso do nosso tom verbal que descomplica a forma de falar e tradução de termos técnicos); próximo (linguagem que engaja o usuário, em tom de conversa, e uso de associados e colaboradores, contando histórias reais); e ativo (microinterações e inclusão de call to action para estimular a conversão de produtos e serviços).
Neste momento de evolução do site, são disponibilizadas aproximadamente 30 telas, incluindo a home e páginas específicas para Cartões, Conta Corrente, Poupança e Localizar Agências, com melhorias na experiência do usuário, atualização da interface, identidade visual, verbal e melhorias de usabilidade e navegação.
Visualmente, o site institucional agora está mais clean (limpo), com mais espaçamento, gerando mais conforto visual e com fluxos de navegação mais simples, focando na informação que o usuário precisa naquele momento, sem dispersão. A nova página inicial (home), por exemplo, conta com fotos e textos aspiracionais que ajudam a reforçar o posicionamento de instituição financeira cooperativa, destacando os momentos de vida do associado e direcionando-o para os produtos certos e mais adequados ao seu perfil, além de se atualizar conforme o comportamento do usuário, tornando a navegação mais dinâmica. Também na home, destaque para conteúdos sobre cooperativismo, notícias e informações sazonais, além do rodapé organizado e de fácil leitura e padronização dos dados de contato com o Sicredi.
A nova interface do site também está presente em sua versão para smartphones e tablets, a partir do conceito Mobile First, aplicado em projetos web nos quais o foco inicial da arquitetura e desenvolvimento é direcionado aos dispositivos móveis, oferecendo recurso responsivo, facilitando a navegação e proporcionando melhor experiência para o usuário.
 
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.  
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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