Sicredi Asset supera marco de R$ 100 bilhões em ativos sob gestão

Crescimento da carteira foi de 48% em 12 meses

A Sicredi Asset Management, gestora de recursos do Sicredi, superou a marca de R$ 100 bilhões em ativos sob gestão, de acordo com os dados do mais recente ranking da ANBIMA. O marco a coloca como a 13ª maior asset brasileira em termos de ativos sob gestão, a 9ª maior em ativos de Renda Fixa. Com mais de 130 mil investidores ativos, a gestora atua com variados perfis de investimento e exposição ao risco, desde os mais conservadores até os mais arrojados.

“Temos uma equipe altamente qualificada, com capacidade para traçar estratégias de investimento por meio da análise do cenário econômico e disponibilizar soluções rentáveis e acessíveis para os nossos investidores. Temos gerado boas oportunidades aos investidores e aumentado nossa captação”, contextualiza Ricardo Sommer, diretor da Sicredi Asset Management. 

Na comparação entre novembro de 2023 e o mesmo mês do ano anterior, os ativos sob gestão cresceram 48%, considerando os dados divulgados pela ANBIMA. Os maiores aumentos estão relacionados às classes de multimercados (52%), renda fixa (45%) e previdência (44%). Entre os destaques do portfólio da casa de investimentos, estão os fundos por perfil nos quais o gestor gerencia uma carteira de ativos voltada para o apetite a risco de investidores com a mesma característica. As carteiras são revisadas e balanceadas periodicamente de acordo com os parâmetros de cada grupo, contando com a análise do time de especialistas da Sicredi Asset. As estratégias podem ser acessadas a partir de R$ 1,00.

Soluções em destaque e novidades

Sicredi Crédito Privado FIC FIRF LP tem apresentado boa captação e rentabilidade acima da média de mercado devido à atuação efetiva da gestora. Dada a sua performance, mesmo no primeiro semestre quando a indústria apresentou captação negativa, o fundo se destacou com expressivo aumento de patrimônio líquido. 

Muito ligado ao perfil do Sicredi, a gestora tem investido considerável esforço para integrar aspectos ESG nos seus processos de investimento. Criado no final de 2021, o Sicredi Ações Sustentáveis ESG IS que tem obtido rentabilidade consideravelmente acima do benchmark desde então, sendo um produto chave na atuação voltada para os investimentos sustentáveis.

Houve também importante crescimento da Sicredi Asset no segmento de RPPS. O bom desempenho foi impulsionado pelas soluções FI Institucional Renda Fixa IRF-M LP, FI Institucional Renda Fixa IRF-M 1 e FIC de FI Institucional Renda Fixa IMA-B LP.

Recentemente, a Sicredi Asset lançou três novos fundos: o Sicredi Selic Previdência, o Sicredi Inflação Curta Previdência e o Sicredi ESG Multimercado Previdência. Entre os diferenciais, os produtos buscam oferecer relação risco-retorno superior a seus pares de mercado e taxa de administração acessível. 

Com um amplo portfólio de soluções, que vão desde renda fixa a ações, a Sicredi Asset possui uma cultura forte de gestão de riscos, investindo para buscar uma eficiência cada vez maior na aplicação dos recursos. 

“Buscamos ter uma carteira diversificada nos diferentes tipos de produtos e classes de ativos, mantendo alta qualidade na gestão em cada um deles. Acreditamos que a gestão ativa pode trazer retornos excepcionais e que o mercado tem boas oportunidades em todas as categorias de investimentos”, contextualiza Sommer.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 7,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.600 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui  

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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