Sicredi, Bayer, Orbia e AgTech Garage selecionam startups interessadas em apoiar cadeia agrícola durante a pandemia de Covid-19

Ajudar aos produtores rurais a enfrentar os problemas que surgiram em decorrência do novo coronavírus, auxiliando a produção e distribuição de alimentos, o abastecimento da população e o fortalecimento da economia são os principais focos do projeto

A iniciativa “Desafio Covid-19: soluções digitais para o agronegócio” tem como objetivo promover a difusão e a adoção de ferramentas de startups que serão selecionadas por apresentarem soluções confiáveis e de alto impacto que possam contribuir para os produtores e toda a cadeia produtiva no enfrentamento aos efeitos da pandemia do novo coronavírus. O desafio foi lançado dia 31 de março e visa disponibilizar gratuitamente soluções de startups para produtores rurais por um período de dois meses. As startups podem se inscrever pelas próximas duas semanas. O projeto é uma parceria da Bayer, Sicredi, Orbia e o AgTech Garage.

“A evolução do novo coronavírus no Brasil é uma preocupação também para o mercado agrícola, pois o Covid-19 impactou não apenas a área da saúde, ele tem afetado diversos setores da sociedade. Para minimizar os efeitos da pandemia, medidas restritivas de circulação foram adotadas na maioria dos Estados, de maneira que estas estratégias de isolamento social mudaram o nosso estilo de viver, de trabalhar, de consumir, de se locomover, enfim, mudou tudo”, explica o responsável pela iniciativa, Dirceu Ferreira Junior, diretor do Centro de Expertise em Agricultura Tropical da Bayer Brasil.

Em meio a este cenário, o agronegócio continua a desempenhar um papel central de produzir alimentos. Assim, a iniciativa visa contribuir para a manutenção da produção, permitindo que os agricultores possam continuar garantindo o abastecimento e o acesso da população aos alimentos.

A ideia é que as soluções oferecidas por essas empresas inovadoras sejam disponibilizadas, através da plataforma digital Orbia, aos produtores rurais do Brasil todo, o que irá contribuir para a manutenção da produção agrícola durante este período de isolamento social ocasionado pelo Covid-19. “A Orbia é especializada em fazer a conexão entre os agricultores e uma rede de fornecedores, a fim de facilitar seus processos, fazer negócios e gerar valor”, reforça o CEO da joint-venture, Ivan Moreno.

“A inovação aberta, através das startups, já é realidade no agronegócio brasileiro, principalmente pelo potencial inovador e agilidade que essas empresas nascentes de tecnologia proporcionam para o mercado. Essas são características essenciais para o momento que vivemos. Estamos otimistas com essa ação, para conectar de forma massiva os produtores com as startups e minimizar os impactos do coronavírus no agronegócio”, esclarece José Tomé, CEO do AgTech Garage, um dos principais hubs de inovação do agronegócio brasileiro.”

Para Cesar Bochi, diretor de administração do Sicredi, a iniciativa é fundamental neste momento em que a sociedade brasileira, como um todo, necessita de ações colaborativas.   “Nossa presença fixa no AgTech Garage tem como objetivo justamente identificar oportunidades de apoiar nossos associados ligados ao agronegócio com o fomento de soluções inovadoras que auxiliem no seu dia a dia, e o engajamento no ‘Desafio Covid19’ tem total sinergia com esse propósito. Temos uma forte ligação com o meio rural, o qual tem um papel fundamental na nossa sociedade, e onde atuamos majoritariamente por pequenos e médio agricultores, que precisam de todo o apoio possível para a continuidade da sua atividade neste momento desafiador”, conclui Bochi.

O que é o “Desafio Covid-19: soluções digitais para o agronegócio”?

Uma iniciativa que pretende reunir startups que oferecem soluções para empoderar o produtor rural e contribuir para a produção e distribuição de alimentos para a população, assegurando o abastecimento e o fortalecimento da economia. A iniciativa tem como foco ferramentas de alto impacto digital, com rápida adoção e implementação e em condições facilitadas para aquisição pelos produtores. De maneira que, as soluções devem ter foco em áreas prioritárias como: logística, atendimento remoto, comercialização da produção, acesso a insumos e crédito de maneira digital.

As startups serão selecionadas pelo comitê de avaliação composto por representantes das empresas envolvidas na campanha. Os projetos escolhidos estarão disponíveis, a princípio, por dois meses a partir da implementação na plataforma Orbia, que podem ser prorrogáveis em função do cenário nacional e de disponibilidade da startup em oferecer os serviços.

Para saber mais sobre a iniciativa, acesse: http://www.agtechgarage.com/desafio-coronavirus/

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Facebook | Twitter | LinkedIn | YouTube |Instagram

Sobre o AgTech Garage

O AgTech Garage é um dos principais hubs de inovação do Agronegócio a nível mundial. Em parceria com empresas líderes nos seus segmentos, é protagonista de uma nova dinâmica da inovação no Agro: aberta, em rede, colaborativa e ágil. As iniciativas do AgTech Garage promovem a conexão entre grandes empresas, startups, produtores, investidores, academia, entre outros atores do ecossistema de inovação e empreendedorismo do Agro, para desenvolver soluções tecnológicas que aumentem a sustentabilidade e competitividade do agronegócio brasileiro. Para conhecer mais, acesse: https://www.agtechgarage.com/

Sobre a Bayer

A Bayer é uma empresa global focada em Ciências da Vida nas áreas de saúde e nutrição. Seus produtos e serviços são desenvolvidos para beneficiar pessoas apoiando-as para superar os maiores desafios apresentados pelo crescimento e envelhecimento populacional. Além disso, a companhia visa criar valor por meio da inovação e crescimento. A Bayer é comprometida com os princípios do desenvolvimento sustentável e a marca Bayer representa confiança, credibilidade e qualidade ao redor do mundo. No ano fiscal de 2019, com cerca de 104 mil colaboradores, obteve vendas de € 43.5 bilhões. Os investimentos totalizaram € 2,9 bilhões e as despesas com Pesquisa & Desenvolvimento somaram € 5,3 bilhões. Para mais informações, acesse www.bayer.com.br.

Sobre a Orbia

A Orbia é a plataforma de tudo e para todos do agronegócio. Queremos que os produtores, vendedores e distribuidores encontrem aqui as oportunidades para prosperarem ainda mais. Por isso, oferecemos um modelo de negócios inovador, inclusivo e disruptivo que acompanha toda a jornada da produção e conecta o agricultor a uma rede para facilitar seus processos: a compra de insumos via marketplace, a troca de pontos e resgate de benefícios e, por fim, a venda de produção e acesso ao crédito. Tudo de maneira fácil, transparente e segura. Para mais informações, acesse www.orbia.ag.

Share:

Latest posts

LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Freddie-Verso, apresentado por Lord Krony, reúne clássicos da banda em noite dedicada ao legado do cantor O...
Saiba mais >
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
Modelo cooperativista se destaca pelo pioneirismo em ações voltadas ao bem-estar emocional dos colaboradores O...
Saiba mais >
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >
Dr. Geninho Thomé, fundador da Neodent.
Paranaense Geninho Thomé é reconhecido entre os 100 Mais Influentes da Saúde na categoria Empresário
Trajetória marcada pela inovação e pela ampliação do acesso à saúde bucal coloca o fundador da Neodent...
Saiba mais >