Sicredi cria comitê de mulheres cooperativistas

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Objetivo é atuar no desenvolvimento do cooperativismo nas comunidades dos Campos Gerais, no Paraná

A Sicredi Campos Gerais PR/SP realizou, na última sexta-feira (27), uma noite especial só para associadas. O 2º Encontro de Liderança Feminina, que teve o apoio das cooperativas Frísia e Castrolanda, reuniu cerca de 350 convidadas na sede da cooperativa, em Ponta Grossa (PR). Na ocasião, também foi formado o Comitê de Mulheres, cujo objetivo é atuar no desenvolvimento do cooperativismo nas comunidades. O grupo conta com mais de 50 integrantes dos 14 municípios da área de atuação da Cooperativa.

Durante o evento, as convidadas participaram de palestra com a facilitadora Priscilla de Sá, com o tema “Para as Mulheres que são a diferença no mundo”. Dentro de sua fala, várias reflexões sobre como estão as mulheres do século XXI e os desafios que essa nova mulher tem pela frente.

Logo após a fala da palestrante, as diretoras de Operações e de Negócios da Sicredi Campos Gerais, Tilene Farina e Leila Grik, assumiram o palco. As duas apresentaram um panorama da participação das mulheres dentro do Sicredi, seja com colaboradoras ou como associadas. Atualmente, 58% dos mais de 23 mil colaboradores do Sicredi no Brasil são do sexo feminino, enquanto que o percentual de mulheres associadas é inferior a 32%.

Diante destes números, as diretoras fomentaram entre as associadas a criação de um comitê buscando o desenvolvimento desse público dentro do movimento do cooperativismo. Ao todo, mais de 50 mulheres aceitaram o desafio, com atividades iniciais previstas para 2018. A proposta é que elas participem de cursos de formação cooperativa e educação financeira, entre outros, façam visitas a outros comitês e possam, a partir do 2º semestre de 2018, pensar em práticas que difundam os valores cooperativistas nas comunidades onde atuam – sempre trabalhando paralelamente às ações já desenvolvidas pela Cooperativa.

“Pensamos em tudo com muito carinho. Cada detalhe foi preparado para que sentissem como são importantes para nós e como podem fazer mais como líderes de suas comunidades. Acreditamos que desenvolver pessoas é o que gera crescimento e, as mulheres são uma parcela muito importante nesse processo. Por isso, sempre estivemos trabalhando para o desenvolvimento deste público e agora sagramos esse apoio com a criação do comitê”, frisou a diretora Leila Grik.

A diretora de operações, Tilene Farina, ressalta a importância da iniciativa. “Ver como temos mulheres influentes, em diversos aspectos, é muito gratificante. Nesta noite, reunimos mulheres de perfis diferentes, de cidades diferentes, porém todas com um propósito comum, dispostas a encarar este desafio da criação do comitê conosco. Entender que juntos somos ainda mais fortes foi o primeiro passo. Agora partimos para a constituição do comitê”, explica Tilene.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,6 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros.  Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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