Sicredi cria superintendência de sustentabilidade

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Executivo holandês Olaf Brugman assume o desafio, após mais de 17 anos de experiência na Europa

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,8 milhões de associados e presença em 22 estados e no Distrito Federal – criou em agosto deste ano a Superintendência de Sustentabilidade. A iniciativa deriva da Política de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental da instituição e do trabalho fundamental que tem sido realizado pela  Fundação Sicredi nos últimos anos. A nova área terá o papel de integrar e potencializar as práticas e iniciativas ligadas ao tema. Quem assume a cadeira é Olaf Brugman, executivo com 17 anos de experiência no Rabobank, banco cooperativo holandês referência no tema na Europa.
“A criação da superintendência reforça a importância e visibilidade para o tema da sustentabilidade que o Sicredi busca, cada vez mais, empregar nas suas atividades estratégicas. Com o crescimento da instituição, em termos de ativos e número de associados, essa infraestrutura é importante para a troca de experiências e identificação de novas práticas desenvolvidas. Um trabalho realizado em uma cooperativa, por exemplo, pode ser replicado em outra integrante do Sicredi”, explica Brugman que completa: “Em um sistema cooperativo algumas unidades funcionam há muitos anos e são bem maduras, outras são mais recentes. É preciso atuar de forma sistêmica para que todas as unidades de negócio possam ter o mesmo nível de excelência em suas ações, se beneficiando das boas práticas e dos sucessos das outras”.
A Política de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental do Sicredi orienta o trabalho de gestão desde 2015. As estratégias são debatidas em reunião anual do Comitê (nacional) de Sustentabilidade e os temas mais importantes são encaminhados para a deliberação do Conselho de Administração da SicrediPar, holding que congrega todas as entidades integrantes do Sistema Sicredi. Na Central Sicredi PR/SP/RJ, o Comitê conta com a participação de quatro cooperativas que atuam como piloto para a criação dos Comitês Locais: Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Sicredi União PR/SP, Sicredi Integração PR/SC e Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ.
Com a criação da superintendência, o Sicredi busca potencializar suas ações na área de sustentabilidade, gerando ainda mais benefícios aos associados e à comunidade em geral.  “Vamos trabalhar para que aspectos da sustentabilidade estejam integrados em todas as áreas e não como programa separado. Por exemplo na concessão de crédito, nos novos produtos e em outras soluções que, ao final, tenham o objetivo de beneficiar a vida e o empreendimento do associado”, analisa o executivo.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.  
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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