Sicredi dá boas-vindas a novo presidente do Sistema Ocepar

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Posse de José Roberto Ricken aconteceu na última sexta-feira, em Curitiba

A presidência executiva do Sistema Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná) passou a ser ocupada, na última sexta-feira, 1º de abril, pelo engenheiro agrônomo José Roberto Ricken. O anúncio foi oficializado durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO) realizada na sede da entidade, em Curitiba. O cargo era ocupado por João Paulo Koslovski desde 1996 e o novo presidente, que estará à frente da instituição até 2019, se comprometeu a dar continuidade ao trabalho realizado por seu antecessor, com quem atua há 28 anos.
O evento reuniu dirigentes de diversas cooperativas para prestar contas e anunciar os planos futuros. Entre elas, o Sicredi, que, por meio da Central PR/SP/RJ, deu as boas-vindas ao novo presidente, que já integra o Sistema Ocepar desde 1988. “O Ricken é um companheiro de longa data, que defende os interesses das cooperativas de maneira muito eficiente. Sem dúvida, tem todos os requisitos para dar continuidade ao belo trabalho desenvolvido pelo Sr. João Paulo Koslovski”, destacou o vice-presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Jaime Basso. Na opinião de Maroan Tohmé, diretor executivo da Central Sicredi PR/SP/RJ, a Ocepar ganha um importante parceiro. “Por toda sua experiência profissional dentro do cooperativismo, Ricken se destaca como um executivo estratégico, com uma bagagem essencial para conduzir a instituição pelos próximos anos”, comentou ele.
Também estiveram presentes na AGO o presidente da Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP, vice-presidente da Central PR/SP/RJ e diretor da Ocepar, Jaime Basso, o presidente da Sicredi União PR/SP, conselheiro da SicrediPar e membro do conselho administrativo do Sescoop PR, Wellington Ferreira, o presidente da Sicredi Campos Gerais PR/SP, Popke Ferdinand Van Der Vinne, o presidente da Sicredi Aliança PR/SP, Adolfo Freitag, o presidente da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC, Clemente Renosto, o presidente da Sicredi Integração PR/SC, Luiz Roberto Baggio, o presidente da Sicredi Centro Sul PR/SC, Santo Cappellari, o presidente da Sicredi Planalto das Águas PR/SP, Adilson Primo Fiorentin, o presidente da Sicredi Progresso PR/SP, Ciro Kunzler e o assessor de Marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, Rogério Leal.
Ricken ressaltou o potencial de crescimento do cooperativismo, especialmente no Paraná. “Nosso plano de metas para os próximos anos foi discutido e construído em parceria com as cooperativas. Com o PRC 100 vamos atuar e crescer juntos. O desafio de alcançar R$ 100 bilhões de faturamento até 2020 foi determinado por que temos a capacidade de alcança-lo. O Paraná nos oferece a oportunidade de expandir o sistema cooperativo para cerca de 70% da população paranaense, o que representa um potencial enorme de crescimento”, afirmou o novo presidente, que é associado do Sicredi.
Koslovski agradeceu a todos que ajudaram a alavancar o cooperativismo no tempo que esteve à frente da instituição e desejou votos de sucesso ao novo presidente. “Mesmo em um ano difícil, as cooperativas fizeram um bom trabalho. Somos uma grande alavanca do sistema financeiro e de desenvolvimento do País. José Roberto tem um olhar estratégico e muita garra para continuar o trabalho realizado até aqui”, comentou.
O crescimento das cooperativas paranaenses filiadas à Ocepar foi um dos destaques da reunião. Com faturamento superior a R$ 60 bilhões e um crescimento de 19,6% em relação ao ano anterior, o cooperativismo figura como uma via segura de desenvolvimento, mesmo em épocas de crise. “Esse resultado é fruto não só do comprometimento e bom desempenho dos envolvidos, mas também do apoio recebido de entidades como a Ocepar, que viabilizam o desenvolvimento do setor no Brasil”, finalizou Jaime Basso.
 
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 3.1 milhões de associados e 1.400 pontos de atendimentos, em 11 estados do País*. Organizado em um sistema com padrão operacional único, conta com 95 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais Regionais, acionistas da Sicredi Participações S.A., uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.
* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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