Sicredi dobra o valor arrecadado em movimento nacional para o Rio Grande do Sul e inicia nova mobilização

Instituição financeira cooperativa também atua na linha de frente de centros de distribuição de donativos, medidas em apoio aos seus associados impactados, e suporte aos colaboradores que atuam na região

As enchentes no Rio Grande do Sul causaram estragos significativos, e o estado ainda precisa de apoio e solidariedade para ajudar a população afetada. O Sicredi, instituição financeira cooperativa presente em todo o país, reafirma seu comprometimento com as comunidades gaúchas e dobrará cada real recebido por meio do pix da Fundação Sicredi. 

Até o momento, R$ 10 milhões foram recebidos nessa iniciativa, que teve início no dia 03 de maio, e o Sicredi aportou o mesmo valor doado, totalizando R$ 20 milhões. Esses recursos estão sendo destinados às cooperativas e utilizados de diferentes formas, considerando a necessidade da população de cada município, incluindo a compra mantimentos e de materiais necessários, adequados a cada situação.

O Sicredi segue mobilizando os seus públicos, e continuará com a mesma dinâmica de igualar o valor recebidos via pix da Fundação Sicredi. A iniciativa reflete um dos pilares do cooperativismo que é a solidariedade, com a união de esforços para enfrentar os desafios. Os interessados em participar podem enviar suas doações, de qualquer valor, para a chave pix ajuders@sicredi.com.br, conferindo o nome favorecido como Fundação Sicredi.

O diretor executivo do Sicredi, César Bochi, ressalta que as ações já anunciadas são apenas uma parte do empenho que as cooperativas vêm realizando para ajudar o Rio Grande do Sul nesse processo de reconstrução. “O desenvolvimento das regiões onde atuamos e o apoio às comunidades em todo o país, é parte da essência do Sicredi e não será diferente agora. A situação do RS requer uma resposta solidária e efetiva. Dobrar cada real recebido é uma das frentes em que estamos atuando. Nossas cooperativas estão mobilizadas nacionalmente para fazer muito mais, apoiando as comunidades afetadas e mostrando o verdadeiro poder da cooperação. Juntos, podemos fazer a diferença e apoiar aqueles que mais precisam neste momento desafiador”, afirma.

Dos 397 municípios do RS que declararam estado de calamidade e emergência, conforme decreto estadual do dia 05 de maio, o Sicredi tem presença em 388, abrangendo mais de 2 milhões de associados. Em 49 desses 388 municípios, só existe o Sicredi como instituição financeira fisicamente presente.

Desde o início das enchentes que assolaram o estado, o Sicredi também vem cooperando com a comunidade de maneira geral com ações como a organização, com apoio de parceiros, de 16 centros de distribuição de donativos. “Acompanhamos de perto e vivenciamos o impacto das fortes chuvas no Rio Grande do Sul, mas rapidamente começamos a ver a força do cooperativismo mais uma vez construindo caminhos para ajudar as pessoas impactadas. As cooperativas criaram centros de distribuição no RS para reunir mantimentos e itens necessários para a população atingida. Os donativos recebidos nesses locais, até o momento, tiveram origem, principalmente, em entidades, como a Defesa Civil do Paraná, cooperativas do próprio Sicredi, que atuam no estado e em outras regiões do país, e outras cooperativas de diferentes ramos de atuação. É um movimento que nos dá esperança e ainda mais força para apoiar a reconstrução das comunidades onde atuamos”, afirma Márcio Port, presidente da Central Sicredi Sul/Sudeste.

Os centros de distribuição já receberam 97 caminhões com cargas de roupas, alimentos, água potável, produtos de higiene, itens para camas, entre outros. Os donativos têm sido destinados a abrigos, escolas, hospitais, Defesa Civil do RS, e comunidade em geral.

A instituição também colaborou com a Defesa Civil do estado que atua no Centro de Operações de Proteção e Defesa Civil (Codec), no apoio à operacionalização de um assistente automatizado de atendimento ao cidadão, entre outras diversas ações locais realizadas pelas cooperativas em suas comunidades de atuação.

Mais ações podem ser conferidas em https://www.sicredi.com.br/site/ajuders/.

Associados

A instituição adotou ainda uma série de procedimentos de auxílio aos seus associados. Dentre as principais medidas, o Sicredi possibilitou a postergação de vencimento das parcelas dos empréstimos e dos financiamentos feitos pelos associados e bloqueio dos protestos e negativações automáticas de títulos. Até o momento, foram realizadas mais de 50 mil prorrogações de parcelas.

No segmento de seguros, foram adiados os vencimentos de parcelas e vigências dos contratos de seguros e priorizados os atendimentos para acionamento desse serviço. A instituição acrescenta que flexibilizou condições de resgate para produtos de investimentos e Previdência, assim como isentou o pagamento de multas e juros por atraso em consórcios. Também intensificou medidas para acelerar a emissão de segunda via de cartões, sem custos adicionais, e para substituição de maquininhas danificadas.

Colaboradores

O Sicredi também buscou garantir a segurança de seus colaboradores e familiares, apoiando-os desde o primeiro momento no processo de resgate, acomodação e suporte emocional e financeiro. 

No estado, são mais de 19 mil pessoas colaboradoras. Desabrigados receberam acesso imediato a locais para hospedagem, além de todos atingidos receberem antecipação do auxílio alimentação. A instituição reforçou ainda a disponibilidade do seu programa de suporte à saúde emocional, Sempre Bem, além de um trabalho direcionado aos casos críticos. Há, ainda, a organização de ações coordenadas para liberar os colaboradores em ações de voluntariado e apoio aos colegas mais atingidos.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 7,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.700 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.  

 Site do Sicredi: Clique aqui  

Redes Sociais: Facebook | Instagram | Twitter | LinkedIn | YouTube | TikTok        

Sobre a Fundação Sicredi

A Fundação Sicredi é uma organização da sociedade civil (OSC), sem fins lucrativos, que tem o propósito de manter viva a essência do cooperativismo por meio do desenvolvimento de programas e iniciativas educacionais, sociais, culturais, ambientais e de governança para a ampliação do impacto positivo nas comunidades. A Fundação apoia as cooperativas em todo o Brasil, na estruturação e implementação dos programas e iniciativas sistêmicas, com mais de 300 pessoas colaboradoras que atuam diretamente junto das comunidades. 

Site da Fundação Sicredi: Clique aqui

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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