Sicredi inaugura agência “sem dinheiro” em Inácio Martins (PR)

Foco da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ será fomentar a economia, levando mais crédito e serviços ao município

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Nesta segunda-feira, 21, a Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ inaugura uma nova agência no município de Inácio Martins, no Paraná. Esta será a primeira agência “Smart” da cooperativa e irá atender à população do município, que hoje é de aproximadamente 11 mil pessoas.

O objetivo é promover mais acesso a todas as soluções financeiras, como conta corrente, crédito geral e agrícola, investimentos, seguros, consórcios, cartões de crédito e depósito de cheques, sem movimentar nem um centavo em espécie na agência física. O pagamento de contas e transferências, por sua vez, são feitos no ambiente online, por meio do internet banking e do aplicativo do Sicredi. Quem precisar de auxílio vai contar com a orientação dos colaboradores em um terminal digital na agência.

As diferenças não param por aí. Todos os associados irão contar com cartões de crédito Visa ou Mastercard sem anuidade e, tanto as empresas como os profissionais autônomos associados, contarão com a máquina de cartões sem mensalidade. Segundo o diretor executivo da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ, Helton Cesar Kolecha, “além de estarmos mais próximos dos associados ofertando soluções adequadas ao seu momento financeiro, queremos fechar o ciclo do dinheiro, possibilitando que a população possa receber seu salário/receitas e pagar suas contas pessoais de forma simples, rápida e segura, sem precisar do dinheiro em papel”, explica. 

Para o presidente da cooperativa, Santo Cappellari, esse é um novo momento para o mercado financeiro. “Se formos assertivos, se a comunidade comprar a ideia e esse modelo der realmente certo, a exemplo do que já acontece em Cafeara (PR), poderemos levar o Sicredi para vários outros municípios e assim somar forças para o desenvolvimento local”, destaca.

A instalação da agência aconteceu graças a um grande envolvimento da comunidade, por meio de suas instituições, e devido ao modelo Smart. Sem movimentação de dinheiro em espécie, os custos de operacionalização da agência diminuem consideravelmente, o que torna o projeto viável em municípios menores.

Para o gerente da agência, Norton Sar, “Com as facilidades tecnológicas para pagamentos e recebimentos, nossa equipe estará voltada a atender as outras demandas da população, como o crédito, por exemplo, valorizando sempre a qualidade no atendimento e o relacionamento próximo com a comunidade”.

Além disso, haverá WiFi à disposição dos associados e poupadores no interior da agência. As movimentações financeiras em espécie poderão ser feitas nos agentes credenciados ou nas agências das cidades próximas.

De onde surgiu o conceito?

Tanto na China quanto na Índia, algumas cidades já vivenciam o conceito cashless cities (cidades sem dinheiro, em tradução livre) com muito sucesso. No Brasil, a primeira agência Smart, seguindo esse mesmo conceito, foi instalada há pouco mais de um ano pelo Sicredi no município de Cafeara (PR) e, embora também seja considerada um projeto-piloto, já tem apresentado grande sucesso na cidade e repercutindo positivamente no mundo – tanto que a ONU (Organização das Nações Unidas) convidou o Sicredi, responsável pela implantação da agência, a apresentar o case num evento organizado em Nova York, no último mês de julho.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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