Sicredi Integração PR/SC chega a 30 mil associados no ano em que comemora 30 anos

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Cooperativa fechou o ano com a marca história de 30 mil

A Sicredi Integração PR/SC comemora seu bom desempenho em 2018 com grandes entregas. Alicerçada em pilares de governança e sustentabilidade, com a definição clara dos orientadores e diretrizes em um planejamento de longo prazo, uma das grandes conquistas do ano foi o atingimento da marca de 30 mil associados. A Cooperativa apresenta um crescimento médio de 20% no ano, efeito do modelo de gestão focado no desenvolvimento dos associados e das comunidades onde atua.
Em 2018, o incremento de novos associados foi de 13% sobre o fechamento de 2017. O resultado de um ano de trabalho e dedicação foi registrado pela entrega de uma placa de homenagem ao associado de número 30.000. Luiz Henrique da Luz, associado da agência de Contenda/PR, aderiu ao Sistema Sicredi em dezembro deste ano e representa a confiança e reconhecimento que a sociedade deposita na cooperativa.
Segundo Luiz Roberto Baggio, Presidente da Sicredi Integração PR/SC, os resultados estão alinhados com os objetivos gerais da instituição e dentro da expectativa de incremento projetada para o ano. “Além da promoção do desenvolvimento regional, atingimos nosso maior objetivo – a marca histórica de 30 mil associados nos 30 anos da Cooperativa. Este crescimento só foi possível porque estamos fundamentados nos pilares de governança e sustentabilidade, garantido a perenidade da instituição Cooperativa. Também porque as comunidades acreditam e confiam no Sicredi, que atua fortemente para o desenvolvimento da região há mais de 30 anos”, explica.
“Agradecemos e reconhecemos a confiança do Luiz Henrique por se tornar associado da Sicredi Integração PR/SC. Nosso crescimento é reflexo do modelo implantado pelo Sicredi, que tem escala nacional com a estrutura sistêmica, mas sua atuação é regional”, salienta Baggio.
Rafael Preis – Diretor Executivo da Sicredi Integração PR/SC, reconheceu o desempenho da agência de Contenda, em especial por fazer parte de uma conquista importante para a Cooperativa. Destacou que a entrega da placa ao Associado número 30.000 é uma forma simbólica de reconhecer e parabenizar a todos os 30.000 associados que fazem parte da Sicredi Integração PR/SC.
 
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos 3,9 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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