Sicredi lança movimento em prol da economia local

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Campanha “Eu Coopero com a Economia Local” busca estimular desenvolvimento econômico por meio do apoio aos empreendedores locais

Para reforçar a importância dos pequenos empreendedores e do cooperativismo como motores da economia brasileira, o Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4,5 milhões de associados e atuação em 22 estados e no Distrito Federal – levanta a bandeira da cooperação em um movimento para engajar as pessoas em prol da economia de sua região, com a campanha “Eu Coopero com a Economia Local”.

Por meio de iniciativas de comunicação e a aplicação de um selo que destaca empresas e consumidores engajados na causa, o Sicredi busca estimular o consumo e o desenvolvimento econômico local – o que está atrelado ao propósito da instituição desde sua fundação, em 1902.

A estratégia pretende impactar positivamente diversos públicos, desde pequenos comerciantes e produtores rurais, para que se sintam apoiados pela campanha; associados do Sicredi, para que contribuam com a divulgação das mensagens e aproveitem oportunidades de negócio que possam surgir com ela; e consumidores, para que se conscientizem sobre seu papel na movimentação da economia de suas regiões por meio de seu comportamento de consumo. A iniciativa também convida entidades e os meios de comunicação para se engajarem e fortalecer a propagação do movimento. 

Um hotsite também será criado para servir de fonte de informações sobre a iniciativa e ferramenta de apoio aos empreendedores locais. O espaço disponibilizará conteúdos em vídeo e e-books com dicas de como trabalhar os negócios nos meios digitais e uma plataforma de personificação de peças digitais de divulgação, além de acesso a outras ferramentas que podem auxiliar na gestão do empreendimento.

A prioridade de relacionamento com fornecedores locais é uma política do Sicredi por meio da atuação das suas 110 cooperativas de crédito. Só em 2019, foram mais de R$ 550 milhões injetados na economia, por meio de pagamentos a fornecedores locais pela instituição.

Para o diretor executivo da Sicredi Iguaçu PR/SC/SP, cooperativa que atua em Campinas (SP) e região, o movimento reforça a missão da instituição que atua para promover o desenvolvimento das comunidades onde atua. “Nossas soluções são voltadas aos associados, donos do negócio e estão conectadas com a geração de renda e desenvolvimento local. A cooperativa gera o que chamamos de ciclo virtuoso, que é a permanência e o reinvestimento dos recursos nas comunidades de atuação. Com essas premissas, faz todo o sentido o reforço sobre a importância da compra em empresas locais”, analisa Eleutério Benin.


Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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