Sicredi lança nova promoção em seguros

Ação realizada em parceria com a Icatu Seguros vai até setembro deste ano

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com 3,5 milhões de associados e atuação em 20 estados brasileiros – por meio da sua Corretora de Seguros e em parceria com a Icatu Seguros, lança a Promoção Seguro Show. A promoção vai presentear os associados que adquirem um seguro de vida individual ou coletivo com uma caixinha de som bluetooth, entre maio e setembro de 2017.
“Além de oferecer a tranquilidade que trazem os produtos de seguro de vida, o objetivo da campanha é ampliar o relacionamento com os associados do Sicredi, ressaltando a importância de adquirir essa solução”, afirma o gerente de produtos vida e previdência da Corretora de Seguros Sicredi, Jeferson Rasmussen Betemps.
Para os interessados em participar da promoção, o Sicredi oferece diversas opções de seguros de vida, tanto para pessoa física (PF) quanto pessoa jurídica (PJ). Os produtos para PF contam com coberturas e serviços importantes aos associados, além de assistências específicas que garantem mais conforto e comodidade. Já os seguros de vida para PJ contam com coberturas e serviços que se adaptam às necessidades das empresas e seus colaboradores.
Todo associado que contratar qualquer seguro de vida diretamente na sua agência leva na hora a caixinha de som bluetooth. Entre as diversas possibilidades está o Sicredi Seguro Mais em Vida que traz como diferencial assistências e coberturas para serem utilizadas em vida, como a de diagnóstico de doenças graves. Já o Sicredi Seguro Vida Mulher tem como benefícios as assistências domiciliar, automóvel e nutricional, além da cobertura de diagnóstico definitivo de câncer primário de mama ou ginecológico. Há ainda o Sicredi Seguro Vida Empresa, direcionado para empresas de diversos portes, que possibilita a contratação de capital segurado diferente para funcionários e sócios/administradores.
Outra vantagem é que esses seguros de vida, inclusive o Sicredi Seguro Vida Empresa, possibilitam aos associados concorrer a premiações de até R$ 50 mil** em quatro sorteios mensais.
Em 2016, enquanto o mercado cresceu 4,4%, no mesmo período, o seguro de vida no Sicredi teve um crescimento de 15%. “Para 2017, temos como meta levar, cada vez mais, a mensagem sobre importância desta solução financeira para os nossos associados que porventura ainda não tenham tido a oportunidade de conhecê-lo e contratá-lo”, conclui Betemps.
 
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,5 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 20 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.
*Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
** O valor sorteado sofrerá dedução de impostos e tributos, conforme legislação vigente na época do sorteio. Através das extrações da Loteria Federal realizados nos quatro últimos sábados de cada mês, os segurados concorrem com o número da sorte constante no seu certificado, entregue após a realização do seguro. O ganhador será o segurado que tiver o número da sorte igual à sequência numérica formada pelos últimos algarismos dos cinco primeiros prêmios da extração da Loteria Federal, verificados do primeiro ao quinto número.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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