Sicredi oferece R$ 120 milhões em crédito durante Show Rural Coopavel

Em ano de retração econômica, instituição financeira cooperativa aumenta em 20% a disponibilização de crédito para associados durante evento rural

Mesmo em época de crise, sempre há setores que conseguem driblar o cenário desfavorável e tirar o melhor proveito da situação. O agronegócio brasileiro é um bom exemplo disso, pois segue na contramão da crise brasileira – em especial os produtores que exportam. O Ministério da Agricultura projeta um crescimento de 15% para os embarques de produtos brasileiros para o exterior, especialmente as carnes, que conquistaram novos mercados em 2015. A alta do dólar também é um dos fatores positivos para quem investe em mercados estrangeiros.
Para apoiar o setor agrícola, tanto o exportador, quanto o de consumo interno, o Sicredi disponibiliza R$ 120 milhões em crédito durante o Show Rural Coopavel 2016, que acontece em Cascavel (PR), de 1 a 5 de fevereiro. O evento, considerado o maior da América Latina, reuniu mais de 230 mil pessoas na edição anterior e movimentou cerca de R$ 2 bilhões de reais em negócios.
A oferta do Sicredi para 2016, exclusiva para associados, subiu 20% em relação a 2015 e reforça a ligação da instituição com o campo. “O Sicredi nasceu para apoiar o agronegócio e segue essa missão após mais de 100 anos de existência. Mesmo tendo ampliado sua área de atuação para outros segmentos, o campo ainda é um grande parceiro e atuamos em conjunto para crescer e desenvolver produtores e fornecedores”, comenta Gilson Farias, gerente de Desenvolvimento de Crédito da Central Sicredi PR/SP/RJ.
Os visitantes podem conhecer o estande do Sicredi na área central do evento, próximo aos maiores expositores de máquinas agrícolas e implementos. Lá, uma equipe de mais de 50 colaboradores de dez cooperativas Sicredi estarão à disposição para atender aos interessados em diversos segmentos de crédito. Serão instalados, também, caixas eletrônicos para facilitar a movimentação financeira dos cooperados. Entre as linhas de financiamento oferecidas estão: Inovagro, Pronaf, Pronaf Mais Alimento, Moderinfra, Moderagro e BNDES Automático, com juros e prazos atrativos.
Na última edição do evento, os associados da instituição financeira cooperativa protocolaram cerca de 750 propostas, o que gerou um volume de mais de R$ 100 milhões em negócios, desempenho recorde do Sicredi no evento. A perspectiva para 2016 é superar esse número e apoiar os produtores com crédito de maneira saudável e responsável.
Os visitantes do Show Rural Coopavel 2016 contarão também com uma infraestrutura maior neste ano. Serão 12 mil vagas gratuitas de estacionamento, sanitários, área de alimentação, ruas cobertas e atendimento para visitantes do exterior.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 3 milhões de associados e 1.380 pontos de atendimentos, em 11 Estados do País*. Organizado em um sistema com padrão operacional único, conta com 95 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais Regionais, acionistas da Sicredi Participações S.A., uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.
*Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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