Sicredi participa de encontro do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito na Polônia

Reunião promovida pelo Woccu discutiu temas estratégicos e os preparativos para a conferência mundial, que acontece em julho de 2019

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Entre os dias 3 e 5 de abril, o Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados e no Distrito Federal – participou de encontro do Conselho de Administração do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu, na sigla original em inglês), realizado na cidade de Sopot, na Polônia.
A instituição foi representada pelo presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu, Manfred Alfonso Dasenbrock, que juntamente aos demais integrantes do Conselho e executivos da entidade, discutiram temas estratégicos para o Woccu e os preparativos para a Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito, que acontecerá este ano nas Bahamas, de 28 a 31 de julho. De acordo com Dasenbrock, a escolha da Polônia como país sede do encontro aconteceu em função da longa história do país com o cooperativismo de crédito, assim como pela sua relevância para o segmento no apoio aos países vizinhos.
“Tivemos a oportunidade de conhecer de perto o trabalho realizado na Polônia pela Associação Nacional de Cooperativas de Poupança e Crédito daquele país, além de trocar experiências e debater temas contemporâneos acerca do cooperativismo de crédito no mundo. O apoio do segmento a regiões que sofreram com desastres naturais e guerras e o relacionamento institucional com entidades como o Comitê de Supervisão Bancária da Basiléia, por exemplo, foram algumas das principais pautas abordadas. Esses assuntos, entre outros como o trabalho desenvolvido pelo movimento global de mulheres, e o programa realizado junto aos jovens cooperativistas, serão alguns dos norteadores da Conferência do Woccu”, afirma Dasenbrock.
Durante o encontro na Polônia, o Woccu aprovou também a entrega do reconhecimento Distinguished Service Award para a Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), reconhecendo a entidade pelos serviços prestados em prol do cooperativismo de crédito, em âmbito nacional e internacional. A honraria foi indicada anteriormente pelo Sicredi ao Woccu, que, por meio de um projeto, ilustrou a atuação da OCB em promover a disseminação do segmento, aproximando entidades ligadas a este ramo do cooperativismo e, consequentemente, fortalecendo-o como um todo dentro e fora do Brasil. O prêmio de distinção será entregue à OCB durante a Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito, em julho.
“O reconhecimento do Woccu leva em consideração todo o trabalho de cooperação da OCB em subsidiar o sistema de cooperativas de crédito no mundo, auxiliando-as em seu desenvolvimento e promovendo o modelo brasileiro de governança corporativa para outros países, como Uganda, México, Equador, Cuba, entre outros”, destaca Dasenbrock.
 
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).
 *Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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