Sicredi participa de evento que discute revolução tecnológica na agricultura

Agendado para 15 e 16 de outubro em Curitiba, evento vai apresentar debates sobre a agricultura 4.0, incluindo os modelos de financiamento

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O Congresso Smart Farm Brasil, que será realizado entre os dias 15 e 16 de outubro em Curitiba, busca apresentar o impacto da tecnologia no cotidiano da agricultura. As estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU) são de que, em 2050, o mundo deve chegar aos 9,7 bilhões de habitantes – atualmente, são aproximadamente 7,7 bilhões. Para conseguir alimentar toda essa população, há a necessidade de uma transformação tecnológica no modelo usado para a produção de alimentos: a agricultura 4.0.

Um estudo do banco suíço UBS projeta a criação de um mercado de US$ 700 bilhões em escala global em 2030 – só no ano passado, em 2018, foi investido US$ 16,9 bilhões. No evento, serão apresentadas discussões sobre como usar melhor a tecnologia no campo, visando a ampliação da eficiência, da sustentabilidade e da melhoria da qualidade de vida. Entre as discussões, estão os modelos de financiamento usados no agronegócio e as vantagens das cooperativas para os produtores rurais.

O gerente de Desenvolvimento de Crédito da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Nogueira Farias, e o gerente de Seguros, Devanir Brisola, vão apresentar novidades sobre o mercado de crédito e de seguros. “O crédito é fundamental para a sustentabilidade do agro e para que as inovações possam acontecer. No Sicredi, além dos recursos, o associado se beneficia com a possibilidade de retorno do investimento”, afirma Farias. “Temos soluções diversas para contribuir com o associado em sua necessidade, além de preocupação especial com o atendimento”, ressalta.

AgTech

Neste ano, o Sicredi firmou parceria com a AgTech Garage, um hub de inovação que promove a conexão com startups, instituições de ensino, produtores rurais e outros atores do ecossistema, com o objetivo de facilitar e acelerar o desenvolvimento de soluções tecnológicas e inovadoras para o agronegócio. Outro ponto de conexão visa agregar as startups voltadas ao agronegócio.

O objetivo da instituição é criar conexões que possam contribuir com inovações e oportunidades de negócio, que permitam ao Sicredi se aproximar ainda mais dos associados com soluções inovadoras para aumento da produção e mudanças de gestão.

Serviço

Smart Farm Brasil e Demo Day Smart Farm

Quando: 15 e 16 de outubro, das 8h30 às 18h30

Local: Mabu Curitiba Business: Rua XV de Novembro, 830 – Centro, Curitiba/PR

Palestras – Cooperativismo na Produção, Financiamento e Seguro Rural

Cooperativismo na Produção – Robson Mafioletti (Ocepar)

Financiamento –  Carmem R. Truite (BRDE)

Seguro Rural – Devanir Brisola e Gilson Nogueira Farias (Sicredi)

Quando: 15 de outubro

Horário: das 15h30 às 17h

Inscrições e programação completa no site smartfarmbrasil.com.br

Informações: (41) 99984-1734 ou smartfarm@sponsorship.com.br

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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