Sicredi patrocina Festa do Peão de Barretos, maior evento do gênero no País

Tradicional entre fãs do rodeio, a festa sertaneja também é fonte de recursos para entidades assistenciais da região
 

A Festa do Peão de Barretos, considerada a maior do gênero na América Latina, começa no dia 16 de agosto com a expectativa de receber quase 1 milhão de visitantes durante os 11 dias do evento. Tradicional entre os amantes do rodeio e da música sertaneja, a festa também movimenta a economia regional, ajuda a preservar as tradições da cultura caipira e é fonte de recursos para entidades assistenciais de Barretos, como o Hospital de Amor.
Para se ter uma ideia da importância do evento para a economia da região, durante a festa são gerados cerca de 10 mil empregos diretos e indiretos. Quase duas mil pessoas trabalham apenas na montagem da estrutura no Parque do Peão. O impacto na economia regional também alcança a rede hoteleira e setores de transporte, comércio e alimentação de Barretos e municípios vizinhos.
Para organização de toda essa estrutura, a 63ª Festa de Peão de Barretos, realizada pela Associação Os Independentes conta com o patrocínio de instituições como o Sicredi, a primeira instituição financeira cooperativa do Brasil. O patrocínio é uma iniciativa da Sicredi Aliança PR/SP, cooperativa do Sistema Sicredi que atua na região.
Para o Sicredi, estar junto do evento é uma oportunidade de contribuir para o desenvolvimento local aliado à preservação da cultura sertaneja tão forte no interior de São Paulo. “Como instituição financeira cooperativa, o Sicredi trabalha para o desenvolvimento econômico e social dos associados e da comunidade onde atua. Para nós é importante gerar ações que promovam a qualidade de vida dos nossos associados e da sociedade. Por isso, vamos investir nossos esforços nessa festa tão tradicional que gera renda e beneficia entidades assistenciais o que vem de encontro com o nosso propósito de agregar renda e melhorar a qualidade de vida das pessoas”, comenta o presidente da Sicredi Aliança PR/SP, Adolfo Rudolfo Freitag.
O Hospital de Amor, antigo Hospital do Câncer de Barretos, referência na pesquisa e tratamento da doença, é uma das entidades beneficiadas com a Festa de Peão de Barretos. A instituição oferece tratamento gratuito aos pacientes e se mantém com doações e parcerias.
Conhecida pelo rodeio e grandes espetáculos a Festa do Peão de Barretos também tem na programação atividades que ajudam a manter viva tradições do universo sertanejo. O concurso Queima do Alho elege a comitiva que preparar o melhor prato inspirado nas comidas feitas por peões que dormiam nas estradas da região. Durante os 11 dias de evento o público também poderá apreciar apresentações de moda de viola, catira – dança do folclore brasileiro -, e ouvir o som do berrante.
“É importante valorizar as tradições das comunidades onde atuamos. Buscamos desenvolver ações e apoiar eventos culturais que ajudem a destacar os costumes que fazem parte da nossa vida e da história do nosso associado”, finaliza Freitag.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.  
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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