Sicredi realiza 2ª edição do Summit Nacional de Governança

Lideranças debateram sobre o modelo de negócio, o futuro da instituição financeira cooperativa e as iniciativas de ESG

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 6,5 milhões de associados e presença em todos os estados brasileiros, realizou, nesta terça-feira (6), a segunda edição do Summit Nacional de Governança. O evento reuniu conselheiros de administração e fiscais bem como demais lideranças do Sicredi que debateram temas como o novo ciclo estratégico do Sistema, o papel dos conselheiros na governança e os compromissos públicos de sustentabilidade. Cerca de 1,3 mil pessoas participaram do encontro, realizado de forma on-line. 

Na abertura do evento, o presidente da SicrediPar, Fernando Dall’Agnese, iniciou agradecendo a participação das lideranças do Sicredi neste momento de debate. “Nosso modelo tem características próprias, que oportuniza a participação de todos, cooperativas, centrais, Centro Administrativo Sicredi (CAS) e, acima de tudo, do associado. É a partir desse modelo participativo que valorizamos as diferentes opiniões e podemos avaliar riscos e oportunidades juntos, construindo e aprimorando esta instituição. Tenho certeza de que seguiremos assim, atuando de forma ativa, dinâmica e colaborativa, por todos os anos que ainda virão”, afirmou.

Na sequência, Andiara Petterle, conselheira independente da Sicredi Participações, falou sobre o papel do conselho de administração e destacou a importância de um modelo de governança baseado no propósito. “Precisamos olhar para frente e nos questionar quais são os desafios, o que pode impactar no nosso negócio e garantir a humildade da organização, diante desses elementos transformadores. A verdade é que o mercado vai mudar cada vez mais rápido, não há uma linha de chegada na transformação. Precisamos ter musculatura para continuar nos reinventando”, observou.

Em sua apresentação, Romeo Balzan, superintendente de Cooperativismo e Sustentabilidade do Sicredi, também salientou a velocidade das transformações e a importância dos compromissos públicos. “Compromisso público tem a ver com a preservação do planeta. Diz respeito a como evoluímos, sem prejudicar a capacidade evolutiva das próximas gerações. É um compromisso da organização com as partes interessadas, com a sociedade e com o planeta como um todo que precisamos assumir”, salientou.

Por fim, César Bochi, diretor executivo do Centro Administrativo Sicredi, falou sobre a construção do novo ciclo estratégico da instituição financeira cooperativa. “Crescemos de maneira vigorosa, consistente e sustentável, com alto nível de satisfação dos nossos associados e colaboradores e gerando impacto positivo na sociedade. Temos muitas oportunidades de expansão e desafios para os quais precisamos olhar juntos. O Sicredi tem um potencial imenso para fazer a diferença na vida de mais pessoas, levando a essência do cooperativismo para mais lugares”, finalizou. 

O objetivo do Summit foi proporcionar reflexões sobre os assuntos atuais que envolvem o modelo de negócio do Sicredi, assim como permitir a sinergia das lideranças sobre o futuro da instituição financeira cooperativa. Os presidentes das centrais do Sicredi e membros do conselho de administração da SicrediPar, João Carlos Spenthof, Manfred Alfonso Dasenbrock, Márcio Port e Wilson Ribeiro de Moraes Filho participaram do evento, além do presidente da Sicredi União Mato Grosso do Sul, Celso Ramos Regis, representando o presidente da Central Brasil Central, Celso Figueira. 

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.500 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras. 

Site do Sicredi: www.sicredi.com.br 

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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