Sicredi realiza Summit “Mulheres & Jovens em Ação”

Com foco em boas práticas de ESG, Sicredi segue promovendo o fomento à pluralidade; nas cooperativas com atuação no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro  as mulheres têm 23% de presença nos Conselhos 

Desde fevereiro de 2020, o Sicredi é integrante do Pacto Global da ONU, que traz os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) como norteadores da instituição financeira cooperativa. Dentro dessa perspectiva, surge um grande desafio: como engajar as mulheres e jovens dos  comitês das cooperativas no desenvolvimento dos ODS nas comunidades de atuação?

Uma das iniciativas que visam atender a essa demanda é a realização de eventos anuais que debatem e inspiram os integrantes dos Comitês Mulher e dos Comitês Jovem instituídos pelas cooperativas espalhadas pelos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Esses grupos se reúnem regularmente promovendo vivências e compartilhando suas experiências. Neste ano, o Summit teve como tema “Mulheres & Jovens em Ação”, reunindo nos dias 2, 3 e 4 de abril no Cyan Resort, em Itupeva (SP), mais de 250 participantes – entre eles representantes da Fenacrep (Federação das Cooperativas de Crédito do Peru) e da cooperativa peruana Ábaco.

A solenidade de abertura do evento foi comandada pelos responsáveis pela área de Desenvolvimento do Cooperativismo, Alyne Lemes e André Alves de Assis. Na ocasião, o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, lembrou da importância das ações realizadas ao longo dos últimos anos: “é nosso papel abrir espaço para o debate e engajamento de todos os nossos públicos na missão de dar visibilidade e possibilitar um protagonismo ainda maior para jovens e mulheres dentro e fora de nossas cooperativas”.

O diretor-executivo da Central Sicredi PR/SP/RJ, Maroan Tohmé, completou: “nossas cooperativas vêm desenvolvendo um trabalho maravilhoso na busca por essa equidade, realizando ações efetivas em prol dos jovens e das mulheres que estão atuando em nossos comitês e passando a ocupar cargos cada vez mais relevantes nas organizações”.

Em seguida, Alexandre Volpi, diretor da Vertical Licensing, responsável pelo licenciamento dos Smurfs no Brasil, falou sobre a parceria com o Sicredi, que já dura três anos. “Nossos personagens azuis são embaixadores da ONU na promoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e nada melhor que estar junto com o Sicredi, que também está imbuído desses propósitos”, destacou. O executivo aproveitou o momento para celebrar o Prêmio LicensingCon – Marcas & Personagens recebido recentemente. Ele também fez menção ao novo filme dos Smurfs, que começará a ser exibido no próximo ano, trazendo Rihanna como a Smurfette.

Liderança, inovação e ações sustentáveis

O Summit 2024 foi, além de uma grande oportunidade de aprendizado, um convite para tornar os participantes catalisadores de mudança positiva nas comunidades onde o Sicredi atua – tendo como premissa o compromisso com a inclusão, equidade, sustentabilidade e redução do impacto ambiental. Tanto que foram adotadas medidas para neutralizar as emissões de carbono geradas durante o evento. 

A jornada de aprendizagem contou com a participação de profissionais com vasta experiência e ampla atuação nos temas centrais do evento. Os trabalhos foram comandados pelo IBA (Impact Business Alliance), uma rede de consultores e facilitadores focados em sustentabilidade e economia regenerativa, que orientam, inspiram e desafiam líderes a explorar o potencial regenerativo de suas organizações – gerando valor compartilhado e criando soluções práticas para resolver os desafios globais. 

Amanda Rodrigues trabalhou com os Comitês Mulher, ao lado da consultora e escritora Onara Lima e de Gisele Gomes, que é mestranda em Diversidade e Inclusão e Embaixadora da Rede Global de Mulheres Líderes no Brasil, além de estar à frente da implantação dos primeiros Comitês Mulher do Sicredi.

Já as dinâmicas realizadas juntos aos Comitês Jovem foram comandadas por Vitor Belota, também do IBA, e por Fernanda Amorim, da Fundação Estudar. A especialista tem experiência trabalhando com educação, juventude e empreendedorismo no Movimento Empresa Júnior, no qual ocupou a cadeira de presidente da Confederação Brasileira de Empresas Juniores, liderando 33 mil jovens em 2021.

Resultados e Palestra Principal

No dia 4 de abril, as equipes puderam apresentar os resultados do trabalho realizado pelos Comitês Jovem e Comitês Mulher sob o comando dos consultores do IBA. Foram mais de 30 projetos apresentados e sete deles serão replicados pelas cooperativas Sicredi. São iniciativas voltadas à inclusão social de jovens e mulheres, primeiro emprego, educação financeira, empreendedorismo, entre outros temas. 

Para coroar o evento, a palestra principal foi comandada pela autora, executiva referência em inovação e ESG, Paula Harraca. A especialista contou um pouco da sua trajetória, do quanto é importante humanizar a gestão das empresas e ter um olhar cada vez mais voltado para as pessoas. “O cooperativismo tem na sua essência a colaboração e o compartilhamento das histórias de cada um. É um poder nato e autêntico, que é demonstrado nas ações diárias e no crescimento sustentável que o Sicredi vem demonstrando”, ressaltou. 

Durante sua fala inspiradora, Paula abordou temas como ESG, liderança e empoderamento feminino. “Eu não acredito em atalhos. Eu acredito em ética, dedicação, compromisso e trabalho duro. Para chegar aos resultados almejados é preciso aprender a cair e levantar, pois crescer dói. Mas ficar parado esperando as coisas acontecerem também dói”, enfatizou.

Do ponto de vista das empresas, a palestrante disse que é urgente uma mudança de propósito. “As marcas precisam entender que não basta focar apenas no lucro e tentar ser a melhor DO mundo. Tem que ser melhor PARA o mundo. No futuro, o trabalho será baseado em conexões, priorizando a cocriação com pessoas de diferentes perfis. Ou seja, sem inclusão os negócios ficarão estagnados”, concluiu.

Os 17 ODS e a atuação do Sicredi

Por meio de ações como os Summits Mulher, Jovem, Educação, Governança e outros eventos realizados, o Sicredi impacta praticamente todos os 17 ODS da ONU, mas principalmente o 1 (Erradicação da pobreza), 2 (Fome zero e agricultura sustentável), 4 (Educação de qualidade), 5 (Igualdade de gênero), 8 (Trabalho decente e crescimento econômico), 10 (Redução das desigualdades), 11 (Cidades e comunidades sustentáveis) e 16 (Paz, justiça e instituições eficazes).

Conheça todos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável acessando o site Sicredi & Smurfs.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 7,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.700 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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