Sicredi recebe Selo Clima Paraná por ações de combate às mudanças climáticas 

Como reconhecimento à estratégia de sustentabilidade e ecoeficiência desenvolvida, o Sicredi, por meio das ações realizadas pelas 25 cooperativas que atuam no Paraná,  recebeu na última terça-feira (7) o Selo Clima Paraná. A premiação concedida pela Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest) certifica as boas práticas de empresas que atuam no estado no combate às mudanças climáticas por meio da medição, divulgação e redução das emissões de gases do efeito estufa (GEE). 

Em cerimônia realizada na Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), o Sicredi recebeu o selo na categoria “Original”, destinado a empresas que apresentam inventário simplificado das emissões de carbono. 

“É uma grande honra receber esse reconhecimento que destaca a atuação das cooperativas com sede no Paraná a partir do nosso propósito de construir juntos uma sociedade mais próspera e sustentável”, celebra o diretor de Supervisão da Central Sicredi PR/SP/RJ, Reginaldo Pedrão.  

Ações consolidadas 

Nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o Sicredi desenvolve iniciativas de ecoeficiência há cinco anos por meio do Programa GHG Protocol, metodologia amplamente utilizada por empresas e governos do mundo todo para entender, quantificar e gerenciar emissões de gases de efeito estufa. 

A instituição financeira cooperativa realiza o ciclo completo de ecoeficiência com o inventário, publicação e ações de compensação de carbono com diferentes iniciativas: plantio de árvores, compras de crédito de projetos certificados, recuperação de áreas degradadas e projetos para conservação de floresta nativa.

Nacionalmente, o Sicredi manteve em 2021 a estratégia de neutralizar 100% das emissões de gases de efeito estufa com o apoio a cinco projetos de créditos de carbono desenvolvidos em diferentes regiões do país. Uma estratégia que visa respeitar a diversidade regional e o potencial de cada localidade onde a instituição financeira cooperativa atua.

“Ao longo dos anos, o Sicredi tem desenvolvido projetos diretamente conectados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), como os que tratam das ações contra a mudança global do clima e a preservação da vida terrestre. Por isso, somos comprometidos com a geração de desenvolvimento sustentável nas comunidades, reconhecendo e minimizando o impacto da nossa atuação envolvendo todas as nossas cooperativas para a promoção do desenvolvimento social econômico aliado também com a conservação do meio ambiente”, afirma o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock. 

 

Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. 

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Legenda: Reconhecimento certifica boas práticas contra o aquecimento global
Créditos: divulgação

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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