Simulados garantem melhores resultados em vestibulares

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Segundo especialistas, alunos que realizam mais testes têm melhor preparação para as provas

 

Uma pesquisa realizada pela Washington State University constatou que uma das maneiras mais eficazes de fixar o aprendizado é por meio de simulados. Segundo o estudo, alunos que fazem esse tipo de teste têm resultado superior ao dos colegas que fazem provas sem a mesma preparação. “O fato é que quanto mais o aluno treinar, mais familiarizado com a prova ele estará na hora do vestibular”, explica Alceu Gnoatto, diretor do Curso Positivo.

“A cada término de apostila, em média, o estudante tem a possibilidade de fazer um simulado. Isso possibilita uma análise permanente de seus resultados e evolução na preparação para a prova”, reforça o diretor. Além da frequência, os simulados também passam por modificações ao longo do ano, para que o aluno esteja preparado para todos os tipos de prova, como processos de universidades federais, Enem ou Fuvest.

Educadores garantem que essa alternância entre aprendizado e testes é importante para manter o equilíbrio na rotina de estudos. “De nada adianta apenas realizar os testes e não analisar os resultados e trabalhar para melhorá-los”, alerta Luís Fernando Cordeiro, orientador educacional e professor de Física do Curso Positivo. Segundo ele, a simulação deve ser uma referência para o aluno. “Uma vez que ele sabe o curso que quer e a nota de corte para a aprovação, ele consegue avaliar se está abaixo ou acima da nota necessária e sabe o que precisa ser feito para evoluir”.

O professor também explica que a realização de simulados desenvolve as três habilidades que o vestibulando precisa ter: conhecimento, agilidade e chute consciente. “Conhecendo a estrutura da prova, o aluno pode estudar os assuntos mais pertinentes, obtendo conhecimento. Acostumando-se com o tempo, ele desenvolve agilidade para conseguir solucionar as questões dentro do prazo. E, uma vez que tenha realizado uma prova consistente, terá mais sabedoria para chutar o que não souber, criando maiores probabilidades de acerto”, esclarece.

Gnoatto destaca que todos os testes são aplicados conforme as provas reais, respeitando tempo, construção de questões, regras e correção, trazendo a maior similaridade possível para o estudante. Para uma análise mais efetiva dos resultados do simulado, neste ano, o Curso Positivo está disponibilizando aos alunos a resolução das questões de todos os testes em vídeo. “Alguns dias após o resultado das provas, os vestibulandos poderão acessar em nosso site a resolução de cada questão, feita por nossos professores e gravada em vídeo”, conta Gnoatto. “Assim, o aprendizado estará completo com maior eficácia e praticidade”.

 

Sobre o Curso Positivo

Fundado em 1972, o Curso Positivo nasceu de um sonho de um grupo de jovens professores, apaixonados pela profissão, que se uniram por um ideal: criar um curso pré-vestibular diferente, que acompanhasse os estudantes até os dias que antecediam o vestibular – algo pioneiro no Brasil, no início da década de 70. Desde então, o Curso Positivo se estabeleceu como uma instituição de destaque, registrando, historicamente, o maior índice de aprovação nos vestibulares mais concorridos das mais importantes faculdades e universidades do Paraná, bem como excelentes resultados nos exames das principais instituições de Ensino Superior do Brasil. O Curso Positivo conta com duas sedes em Curitiba (PR) e uma em Joinville (SC) e dispõe de uma equipe de professores com grande experiência, material didático de alta qualidade para a melhor preparação e um inovador sistema de aulas dinâmicas totalmente focado na aprovação dos vestibulandos. O Curso Positivo utiliza o Sistema Positivo de Ensino, da Editora Positivo, que fornece sistemas de ensino de vanguarda para escolas públicas e particulares, atingindo atualmente cerca de 1 milhão de alunos no Brasil e no Japão.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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