Sistema de ensino disponibiliza 500 livros digitais gratuitamente para 520 mil estudantes e professores

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Acervo digital pretende estimular a leitura em todo o país

Por meio de uma parceria com a Árvore Livros, o Sistema Positivo de Ensino passa a disponibilizar gratuitamente 500 livros digitais para todos os professores e estudantes, da Educação Infantil ao Ensino Médio, das mais de 1.800 escolas conveniadas em todo o país. O objetivo é estimular a leitura durante e após a pandemia. “Este período de isolamento social pode ser precioso para o início de uma relação mais próxima e duradoura com os livros”, afirma a diretora pedagógica do Sistema Positivo de Ensino, Acedriana Vogel.

Segundo ela, o contato com livros, seja escutando histórias contadas por adultos ou lendo por si próprio, tem um potencial enorme de estímulo às funções executivas e para a aquisição da linguagem e escrita em crianças e adolescentes. “Cientes do poder real que os livros possuem no desenvolvimento de um indivíduo, desde a infância até a fase adulta, pais e educadores devem estimular ao máximo a leitura para filhos e alunos. E neste período de quarentena, com as aulas presenciais suspensas, ler pode ajudar a combater o ócio, o desânimo e o excesso de exposição às telas. A leitura pode ser uma janela que se abre para infinitas possibilidades e viagens nesse momento de tantas limitações e restrições”, ressalta a diretora.

O anúncio da parceria do Sistema Positivo de Ensino com a Árvore Livros foi feito na última quinta-feira, por meio de uma live que contou com a presença dos autores e ilustradores Marilda Castanha e Nelson Cruz, além da contadora de histórias Flávia Scherner, do canal de contação de histórias infantis Fafá conta. Com a parceria, mais de 480 mil alunos e 44 mil professores de escolas conveniadas terão acesso aos livros digitais para ler onde e quando quiser, além de outros recursos disponíveis na plataforma, como ferramenta de indicações, trilhas de leitura, relatórios que acompanham o progresso dos alunos e concursos literários. 

As obras são catalogadas na plataforma de acordo com o ano escolar do aluno, permitindo que cada um acesse somente os títulos destinados à sua faixa etária. Outro recurso disponível na plataforma é a Banca, onde alunos e professores terão acesso a jornais e revistas de todo o mundo. Tudo isso em um ambiente gamificado, com recursos lúdicos que acabam atraindo e estimulando a leitura de forma divertida para crianças e adolescentes. “Nós queremos transformar a educação no país por meio da leitura. A parceria entre a Árvore e o Sistema Positivo de Ensino vai com certeza gerar muitos bons frutos, nos possibilitando chegar em cada vez mais escolas e ajudando os educadores na missão de formar cada vez mais leitores”, afirma Letícia Reina, diretora pedagógica da Árvore. Todos os recursos da Árvore Livros poderão ser acessados pela própria plataforma do Sistema Positivo de Ensino, o Positivo On. A parceria estará disponível em todas as escolas conveniadas até dezembro. 

Sobre o Sistema Positivo de Ensino

É o maior e mais tradicional sistema voltado ao ensino particular no Brasil. Com um projeto sempre atual e inovador, ele oferece às escolas particulares diversos recursos que abrangem alunos, professores, gestores e também a família do aluno com conteúdo diferenciado. Para os estudantes, são ofertadas atividades integradas entre o livro didático e plataformas educacionais que o auxiliam na aprendizagem. Os professores recebem propostas de trabalho pedagógico focadas em diversas disciplinas, enquanto os gestores recebem recursos de apoio para a administração escolar, incluindo cursos e ferramentas que abordam temas voltados às áreas de pedagogia, marketing, finanças e questões jurídicas. A família participa do processo de aprendizagem do aluno recebendo conteúdo específico, que contempla revistas e webconferências voltados à educação.


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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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