Skyline de Campinas se renova com entrega do prédio de alto padrão mais alto da cidade

Com 115 metros de altura e localizado no coração do Cambuí, Grupo A.Yoshii conclui obra do Le Rêve, empreendimento de luxo mais desejado da cidade

Lançado em 2019, o Le Rêve, primeiro empreendimento da A.Yoshii em Campinas (SP), acaba de ser concluído, confirmando o compromisso com a entrega no prazo e a qualidade, diferenciais da construtora. Na última quarta-feira (2) o público foi recebido em um evento exclusivo que reuniu mais de 200 pessoas nas áreas de lazer do prédio.  

Localizado na Rua Dr. Antônio Galízia, no tradicional bairro Cambuí, o empreendimento de alto padrão possui 40 apartamentos, com áreas privativas entre 316 e 436 metros quadrados. Implantado em um terreno de 3.873 m², o projeto contempla acesso principal voltado para a Praça dos Municípios, que foi revitalizada pela construtora em 2020. O Le Rêve foi o primeiro empreendimento residencial de alto padrão da A.Yoshii em Campinas e foi um sucesso de vendas, visto que o empreendimento atingiu 70% das unidades comercializadas em apenas 6 meses de venda.

“O Le Rêve é atualmente o edifício mais alto do segmento de luxo em Campinas. É uma satisfação para o Grupo entregar ao município um produto de elevada qualidade como este. O alto padrão de acabamento, combinado com uma arquitetura inovadora e contemporânea, além do valor agregado em todo o projeto, conquistou o morador de Campinas. É mais um empreendimento que entregamos no prazo, honrando o nosso compromisso com o cliente. A reputação e a qualidade da A.Yoshii, sem dúvida, contribuíram para o sucesso desse empreendimento”, explica o CEO do Grupo A.Yoshii, Leonardo Yoshii.

Diferenciais do empreendimento

Com dois espaçosos pavimentos exclusivos de lazer, a área comum do empreendimento oferece academia, sala de pilates, piscina externa e coberta com raia de 25 metros, spa, salão de festas gourmetgarden com piscina privativa, sports barteen lounge, brinquedoteca, playground, sala de espera para motoristas e fire space.

O empreendimento possui 33 pavimentos e, até o 14º piso, oferece dois apartamentos por andar. Já o 15º pavimento conta com um imóvel de 436 m² com sky garden, considerado um dos principais diferenciais do projeto. A partir do 16º andar, cada pavimento possui apenas um apartamento, com vista 360º para a cidade. A planta permite aos moradores optarem por quatro suítes, sendo uma master com um grande closet, ou três suítes e home theater.

Cada unidade possui quatro vagas de garagem distribuídas em dois pavimentos e uma das vagas possui tomada e carregador portátil já instalado para abastecer veículos elétricos.

Campinas atrai investidores do mercado imobiliário de luxo

Campinas é uma das cidades paulistas que se destacam no mercado de empreendimentos de alto padrão. De acordo com um levantamento da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), o segmento de imóveis residenciais de médio e alto padrão cresceu 20,7% no último trimestre móvel de 2022, em relação ao mesmo período do ano anterior. Em doze meses a alta é de 191,1%. Em 2021, Campinas registrou o maior aumento em números absolutos de lançamentos do interior de São Paulo, com crescimento de 147,30%.

Além da entrega do seu primeiro empreendimento, a A.Yoshii ainda terá duas outras entregas neste segundo semestre, o Harmonie e o Legend, localizados no bairro Nova Campinas. Além disso, novos lançamentos de alto padrão estão previstos para os próximos meses. “Temos previsto o lançamento de mais dois empreendimentos no segmento de luxo”, ressalta.

Desde que anunciou sua chegada na cidade, em 2019, o Grupo já investiu mais de 650 milhões em VGV e adquiriu terrenos nos bairros Cambuí, Nova Campinas, Jardim das Paineiras e Parque Prado. Nestes cinco anos de atuação em Campinas, a construtora já gerou mais de duas mil oportunidades de empregos diretos e indiretos. “Estimamos superar um VGV de R$ 400 milhões apenas neste ano”, finaliza Leonardo Yoshii.

Sobre o Grupo A.Yoshii

Fundado há 57 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de metros quadrados do sul ao nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, com um posicionamento jovem e conectado, está inserida em regiões de potencial valorização, distribuição inteligente de espaços, proporcionando qualidade, conforto e segurança para os clientes. em municípios do Paraná e do interior de São Paulo; e pelo Instituto A.Yoshii, braço de responsabilidade social, com foco em educação, cultura e meio ambiente. Além disso, atua em obras corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como em usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br.

Share:

Latest posts

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
Mais de 400 associados já foram contemplados em 2026 na campanha Poupança Premiada, que segue até dezembro...
Saiba mais >
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Freddie-Verso, apresentado por Lord Krony, reúne clássicos da banda em noite dedicada ao legado do cantor O...
Saiba mais >
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
Modelo cooperativista se destaca pelo pioneirismo em ações voltadas ao bem-estar emocional dos colaboradores O...
Saiba mais >
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >