Smartphones Quantum agradam a diversos perfis no Dia dos Namorados

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Curitiba, 16 de maio de 2017 – Cartões, flores e chocolates ficaram para trás. A aposta de presente para o Dia dos Namorados tem acompanhado as inovações e se tornado cada vez mais tecnológica. No último ano, as vendas online movimentaram o comércio eletrônico com R$ 1,65 bilhão, acréscimo de 16% comparado a 2015, segundo pesquisa realizada pela E-bit. Entre os itens mais procurados, estavam os smartphones, essenciais tanto no entretenimento como no trabalho.
A Quantum disponibiliza no mercado modelos de smartphones que encantam cada perfil de apaixonados. Apesar de algumas funções específicas, os aparelhos apresentam itens em comum: alto desempenho e capacidade de armazenamento, que se destacam de outros aparelhos.
Com design arrojado, o Quantum FLY é considerado o primeiro aparelho com processador deca-core da América Latina. A potência dos dez núcleos do processador MediaTek Helio X20 garante máximo desempenho e aprimora a experiência multimídia do consumidor. A memória RAM é de 3GB e o armazenamento pode chegar a 160GB com o uso de cartões microSD. Disponível nas cores Cherry Blossom, Aurora Blue e Stone Grey, com o preço de R$ 999 à vista e R$ 1.149 a prazo, o FLY possui tela Full HD de 5,2″ e leitor de digitais, localizado na tampa traseira e em posição ergonômica, o que facilita o desbloqueio da tela. A câmera traseira surpreende com seus 16MP e pode chegar a até 24MP com a tecnologia Quantum Resolution. Já a frontal, de 8MP, tem flash e abertura de 80°, que permitem selfies iluminadas.
Para os que preferem smartphones maiores, o indicado é o Quantum MUV UP. Com uma super tela de 5,5″ e armazenamento de 32GB interno expansível para 160GB com uso de micro SD, o MUV UP possui câmeras traseira e dianteira de 13MP, com flash Dual-Tone, e tecnologia TruView II, que garante cores mais vivas e realistas em fotos, filmes e games. Possui o sistema operacional mais recente lançado pelo Google, o Android 7.0 Nougat, e processador MediaTek Octa-Core de 1.3 GHz. Apesar do tamanho da tela, o MUV UP pesa 149g e possui apenas 8.9mm de espessura. Também dispõe de leitor de digitais de fácil desbloqueio, localizado na tampa traseira. O acabamento do aparelho combina laterais em metal com capa texturizada em pintura Preto Asfalto. O preço é de R$ 999 à vista, e R$ 1.099 a prazo.
Se a preferência é por um aparelho mais leve e de menor espessura, a opção é presentear com o Quantum GO2, que veio para manter a tradição do já consagrado modelo GO, queridinho de muitos consumidores. Confortável para manuseio, o aparelho dispõe de tela de 5″ em alta definição, também roda o Android 7.0, e tem câmeras frontal e traseira de 13 MP, ambas com flash. A tecnologia MiraVision permite ajustes individuais de temperatura de cor, saturação, nitidez e contrastes da tela. O revestimento oleofóbico na tela reduz marcas de toque e é de fácil limpeza. A memória RAM é de 3GB e a interna de 32GB. O GO2 está disponível nas cores azul ou rosa, com tampa extra texturizada na cor Preto Asfalto inclusa na embalagem e custa R$ 899,00 à vista e R$ 999 a prazo.
Os três modelos podem ser customizados com capas, películas protetoras e diferentes acessórios, encontrados no site www.meuquantum.com.br e nos quiosques Quantum, nas lojas de varejo e em marketplaces.
 
Sobre a Quantum
A Quantum é uma marca de dispositivos móveis voltada para os usuários que gostam de alta tecnologia e buscam uma compra inteligente. Seu modelo de negócios inovador – com foco principal no meio digital – diminui os elos na cadeia de fornecimento e leva o usuário a outro nível de experiência. Por isso, a escolha do nome Quantum: na física, o mínimo de energia necessária para que um átomo passe de um nível para outro. A proposta de valor da marca é entregar mais por menos. Entre seus dispositivos mais recentes estão o Quantum GO2, Quantum MUV UP e Quantum FLY, smartphones que podem ser adquiridos por meio de uma plataforma de e-commerce simples e amigável, de lojas on-line, via marketplaces e nos quiosques próprios por todo país, onde também podem ser adquiridos acessórios, entre eles capas e películas para proteger o dispositivo. O GO2, MUV UP e FLY também estão à venda no varejo físico e em operadoras de telefonia. Mais informações em www.meuquantum.com.br.
 
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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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