Soluções para a conservação da natureza podem receber apoio financeiro

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Segunda chamada pública de 2018 da Fundação Grupo Boticário oferece três categorias diferentes, uma delas voltada a ambientes marinhos

Iniciativas de todo o Brasil que ofereçam medidas efetivas de conservação da natureza podem se inscrever para a segunda chamada de 2018 dos tradicionais editais de apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, que existem há 27 anos. As inscrições podem ser feitas até 31 de agosto, por meio do site da instituição.
São três categorias de apoio: o Edital de Apoio a Projetos, que nesse semestre será destinado a ações no ambiente costeiro-marinho; Edital Biodiversidade Paraná, restrito ao território estadual paranaense; e o Apoio a Programas, de temática livre e aberta a todo o Brasil.
Após optar por um edital, o proponente escolhe uma linha temática para inscrever seu projeto, são elas: Unidades de Conservação de Proteção Integral e RPPNs, Espécies Ameaçadas, Ambientes Marinhos e Soluções para a Conservação.
A linha ‘Unidades de Conservação de Proteção Integral e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs)’ tem como objetivo a criação, ampliação e execução de unidades de conservação continentais e marinhas, além da realização de atividades prioritárias de seus Planos de Manejo (documentos oficiais de planejamento das unidades de conservação). A de ‘Espécies Ameaçadas’ visa a execução de ações prioritárias para espécies ameaçadas, seguindo os Planos de Ação Nacional (PANs), documentos que elencam ações prioritárias para conservação de determinadas espécies e ecossistemas, além de ações emergenciais para espécies sem PANs e enquadramento de espécies em listas de ameaças. Já a linha ‘Ambientes Marinhos’ é voltada para estudos, ações e ferramentas para a proteção e redução de pressão sobre a biodiversidade marinha.
A novidade deste ano é a linha “Soluções para a Conservação da Natureza”, que contempla a aplicação ou desenvolvimento de soluções inovadoras e ferramentas tecnológicas em benefício da conservação da natureza, como novas formas de monitoramento da biodiversidade e desenvolvimento de dispositivos que contribuam para a conservação de espécies e ecossistemas.
“A conservação da natureza brasileira tem muitos desafios e, para superá-los, é preciso a união de conhecimento e esforço de diversos atores e setores da nossa sociedade. Com esta nova linha temática temos como objetivo estimular que os pesquisadores da área ambiental busquem ferramentas e abordagens diferentes para solucionar os problemas que encontram. Também buscamos que profissionais de outras áreas de conhecimento aliem-se aos conservacionistas, aplicando novas tecnologias, modelos e soluções em benefício da proteção de espécies e ecossistemas que são fundamentais à qualidade de vida e à economia dos brasileiros”, comemora a diretora executiva da Fundação Grupo Boticário, Malu Nunes.
A categoria de Apoio a Programas tem, ainda, uma quinta linha temática – a de “Políticas Públicas” -, que visa à implementação e fortalecimento de incentivos para conservação da natureza, instrumentos legais para fiscalização e proteção da biodiversidade, consolidação de áreas protegidas e parcerias para conservação. Essa categoria abrange iniciativas de média e longa duração (até quatro anos), que possibilitem ações de conservação da natureza de maior magnitude e que demandem mais tempo para aplicação.
Inscrições
Até o dia 31 de agosto, as inscrições nas três categorias de apoio estão abertas para instituições sem fins lucrativos, como fundações ligadas a universidades e organizações não governamentais (ONGs), por meio do site da Fundação Grupo Boticário.
Para o Edital Biodiversidade do Paraná, instituições privadas e públicas também podem se candidatar, por meio do site da Fundação Araucária (http://www.fappr.pr.gov.br/), que é parceria da Fundação Grupo Boticário neste edital.
Dúvidas podem ser encaminhadas por e-mail para edital@fundacaogrupoboticario.org.br.
Sobre a Fundação Grupo Boticário
A Fundação Grupo Boticário é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial. A Fundação Grupo Boticário apoia ações de conservação da natureza em todo o Brasil, totalizando mais de 1.500 iniciativas apoiadas financeiramente. Protege 11 mil hectares de Mata Atlântica e Cerrado, por meio da criação e manutenção de duas reservas naturais. Atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e nas políticas públicas, além de contribuir para que a natureza sirva de inspiração ou seja parte da solução para diversos problemas da sociedade. Também promove ações de mobilização, sensibilização e comunicação inovadoras, que aproximam a natureza do cotidiano das pessoas.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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