“Soul Love” desperta união e solidariedade em prol da Guarda Mirim de Londrina

Todos os anos, a Guarda Mirim de Londrina conta com a parceria do Instituto A.Yoshii na preservação do trabalho social e melhorias da estrutura física da entidade sem fins lucrativos, que presta assistência a cerca de 1.460 crianças e adolescentes, entre 8 e 18 anos. A associação acolhe meninos e meninas em situação de vulnerabilidade social e pessoal, encaminhados pelas próprias famílias, empresas parceiras e pela rede de serviços de Londrina, a uma das cinco unidades da Guarda Mirim: Central, Centro B, CSU Vila Portuguesa e nos distritos de Lerroville e Guaravera.

Fundada há 57 anos, a entidade promove a inclusão dos educandos por meio da Aprendizagem Profissional e o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos para formação cidadã. 

A parceria entre o Instituto A.Yoshii e a Guarda Mirim é mantida ao longo de 18 anos, com a união de voluntários e colaboradores que se mobilizam para o apoio institucional através de campanhas de arrecadação de alimentos e outros materiais, além de ações de sensibilização e educação. Uma das principais iniciativas é o evento beneficente “Soul Love”.

Nesta edição, os interessados em apoiar a causa poderão adquirir kits preparados pelo Buffet Planalto, que incluem panzerotti de muçarela de búfala com molho Alfredo e tiras de filé mignon, acompanhada de um buquê de temperos e, para sobremesa, petits gâteaux com calda de frutas vermelhas.

Os kits estão à venda até o dia 27 de setembro e a entrega será no formato drive-thru, no dia 1.º de outubro, na Chácara Graciosa, na região sul de Londrina. “A renda arrecadada com a venda dos kits é integralmente destinada à Guarda Mirim, reforçando nossa parceria e fortalecendo sua missão, que é promover a cidadania e preparar os jovens para o mercado de trabalho”, afirma o presidente do Instituto A.Yoshii, Aparecido Siqueira.

Na edição anterior, o Soul Love arrecadou mais de R$ 150 mil em recursos que foram destinados à compra de alimentos, manutenção de equipamentos de informática e melhorias na estrutura física da entidade, como pintura, reforma na alvenaria e troca de lâmpadas. “Esse repasse é muito importante para nós, pois o que recebemos da prefeitura não pode ser direcionado para a compra de materiais para reforma nem para a aquisição de equipamentos”, revela o gerente de projetos sociais da entidade, Claudio Melo.

Parceria pelo futuro

Em 2021, o Grupo A.Yoshii doou 100 notebooks para a Guarda Mirim e parte dos recursos oriundos do Soul Love foi utilizada para a instalação de SSDs (componentes que melhoram o desempenho das máquinas). “Nossa expectativa para a ação deste ano é de que possamos investir ainda mais em tecnologia, projetando um laboratório em cada unidade da Guarda Mirim. Trabalhamos para que os educandos tenham, a partir das nossas atividades, o máximo de aproveitamento e conhecimento para acessarem o mercado de trabalho”, afirma Melo.

Drive-thru “Soul Love” com kit Buffet Planalto

Data: 1.º de outubro, das 9h às 14h

Local:  Chácara Graciosa, na rua Akira Yoshii, 177

Cardápio: Bandeja de panzerotti de muçarela de búfala com molho Alfredo e tiras de filé mignon, acompanhada de um buquê de tempero e quatro petits gâteaux com calda de frutas vermelhas

Valor unitário: R$ 220

Informações:  (43) 99123-5665 (WhatsApp)

Sobre o Instituto A.Yoshii

Fundada em 2006, a entidade sem fins lucrativos promove ações solidárias ligadas à educação, meio ambiente e cultura, em busca de resultados com impacto social positivo. Ao longo dos 16 anos de atuação, o Instituto A.Yoshii promoveu diversas iniciativas voltadas a mulheres e jovens em situação de vulnerabilidade econômica-social, minimização de impactos no meio ambiente e democratização do acesso à cultura e à educação. Em 2020, o Instituto foi reconhecido pelo quinto ano consecutivo com o Selo Sesi ODS, como uma das principais organizações que trabalham em prol dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. Mais informações: www.institutoayoshii.org.br.

Sobre o Grupo A.Yoshii

Fundado há mais de 55 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de m² do sul ao nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná; e pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural. Além disso, atua em obras corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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