Sugestão de entrevista – 5 de junho – Dia do Meio Ambiente

No dia 5 de junho é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, data recomendada pelas Nações Unidas, para estimular a reflexão sobre a conservação da natureza e todos os elementos que a compõem. Seja na área política, econômica ou social, o meio ambiente está no centro de várias discussões:
Sugestões:
– Reduções de áreas naturais causam impactos para todo o Brasil – confira 10 consequências que afetam toda a sociedade, desde o impacto no clima e regime de chuvas, até a geração de empregos e distribuição de renda.
– 2017 é o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento. O Brasil é privilegiado por ter belezas naturais em abundância e que podem contribuir para o desenvolvimento dos três pilares da sustentabilidade – econômica, social e ambiental.
– No dia 5 de junho, Dia do Meio Ambiente, começa a exposição “Na Batida da Onça”, realizada na Estação Natureza Pantanal, em Corumbá (MS). Nela, serão realizadas atividades lúdicas para diferenciar as características físicas e comportamentais dos felinos pantaneiros, suas pegadas, os sons que eles emitem e outras particularidades. A Estação Natureza Pantanal funciona há 11 anos, com exposição fixas e temporárias, com atividades para todas as idades, que possibilitam o contato das pessoas com a natureza.
– Em Recife, a exposição Conexão Estação Natureza leva a biodiversidade ao alcance de todos. A exposição itinerante e gratuita, promovida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, iniciou a temporada 2017 no dia 28 de maio, em comemoração à Semana do Meio Ambiente, com sua primeira parada no Shopping Guararapes, localizado na região metropolitana de Recife. A exposição oferece recursos tecnológicos que permitem experiências sensoriais e interativas para os participantes.
– A iniciativa Oásis estimula a proteção de áreas de vegetação nativa em propriedades particulares. É uma iniciativa de pagamento por serviços ambientais (PSA) que promove a valorização dos ambientes naturais natureza, por meio da premiação financeira a proprietários que se comprometam com a conservação das áreas naturais e a adoção de práticas conservacionistas de uso do solo, garantindo assim a manutenção e melhoria dos serviços ambientais providos por suas propriedades.
– Projetos de conservação aliam informação e educação ambiental para salvar espécies ameaçadas de extinção e são reconhecidos com prêmio nacional do Ministério do Meio Ambiente. O projeto “Dois papagaios ameaçados da Floresta das Araucárias: um esforço de conservação comum”, foi o vencedor na categoria Júri Popular. Já o prêmio na categoria Sociedade Civil foi para a Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos (Aquasis), com o Projeto Periquito Cara-Suja.
– Programa Floresta Legal pretende ampliar a proteção da Mata Atlântica e Caatinga. Foi lançado, em Jacobina (BA), o “Floresta Legal –  Programa de Conservação em Terras Privadas”. A iniciativa incentivará a criação de 50 novas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), somando mais de 5 mil hectares em áreas protegidas dentro de terras privadas, nos próximos quatro anos. O programa tem seu foco nas regiões de Mata Atlântica e Caatinga do Estado da Bahia, estado que lidera o índice de desmatamento no Brasil, de acordo com dados divulgados pela SOS Mata Atlântica e Inpe. O projeto também deverá abranger áreas específicas em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.
 
Além de projetos específicos, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza conta com a Rede de Especialistas em Conservação da Natureza – um grupo formado por 57 profissionais de referência nacional e internacional de diferentes áreas do conhecimento. Seu objetivo é estimular o debate em defesa da conservação da natureza brasileira e sua importância para a sociedade.
Para saber mais sobre os membros da Rede de Especialistas e solicitar entrevistas, acesse o Guia de Fontes disponível aqui.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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