Surfista paranaense está perto de conquistar uma vaga na elite do esporte

Luara Mandelli já integra Seleção Brasileira Júnior de Surf e disputa campeonatos para entrar na categoria profissional; patrocínios têm ajudado na rotina de viagens e treinamentos

Uma vaga na elite do surf brasileiro é o objetivo da surfista paranaense Luara Mandelli, de 15 anos, que faz parte da Seleção Brasileira Junior de Surf. Para alcançá-lo, a adolescente tem se dedicado cada vez mais aos treinos. No último mês, ela conquistou o primeiro lugar em duas categorias do Campeonato Brasileiro de Surf Rip Curl Grom Search 2023, que define os representantes do ISA Games (Mundial Júnior da elite do surf). Nesta semana, depois de enfrentar um mar agitado, acabou ficando no segundo round da Taça Brasil que está sendo disputada em São Francisco (SC). Agora ela segue focada e de olho nas novas competições e resultados. 

“Este é um dos circuitos mais importantes do Brasil no momento, pois oferece uma chance de chegar ao Dream Tour, a 1.ª divisão do surf profissional brasileiro. Este ano, estou ainda mais focada em conseguir bons resultados nas etapas para conquistar essa vaga, saindo da categoria amadora e passando para a elite do surf. O mar estava bem difícil, fiquei com boa colocação no primeiro round, mas acabei não evoluindo como queria no segundo. O importante é que não vou perder o foco e pensar agora nas próximas etapas da Taça Brasil”, afirma Luara. A próxima parada da Taça Brasil está programada para o mês de novembro em Matinhos (PR), cidade natal da surfista e em dezembro, a última etapa do ano do campeonato será disputada em Fortaleza (CE).

Olhar no horizonte

Os olhos de Luara brilham sempre que ela olha o mar, e é ao olhar para o horizonte que ela se imagina no topo do pódio. Essa paixão pelas ondas faz parte da genética da jovem, que é filha de surfistas e, aos sete anos de idade, já queria subir em uma prancha e pegar ondas. 

Para realizar o sonho de conquistar o mundo surfando e representando as cores verde e amarela do Brasil, a atleta conta com patrocínios. Os alinhadores transparentes ClearCorrect marcam a logo em sua prancha e um sorriso radiante em seu rosto. Para sua segurança e praticidade, ela iniciou um tratamento ortodôntico com alinhadores transparentes. Por serem discretos e não apresentarem riscos de ferimentos na boca durante as manobras, ela conseguiu usar o aparelho mesmo nas competições, sem precisar interromper o tratamento.

“Os alinhadores transparentes permitem que o paciente mantenha o cuidado mesmo durante viagens ou períodos fora da cidade, pois ela recebe os alinhadores com datas específicas para troca, e nós fazemos o acompanhamento on-line. As visitas ao dentista são menos frequentes, o que facilita a rotina de treinos e campeonatos”, explica Isabela Shimizu, dentista e especialista em alinhadores ClearCorrect que acompanha Luara. 

A todo vapor

Após as etapas da Taça Brasil, Luara volta a ficar focada no Mundial Júnior que será realizado no fim de setembro. Hoje ela ocupa a 13ª posição e precisa finalizar o ano entre os sete melhores para concluir a transição do esporte amador para o profissional. 

Sobre a ClearCorrect

A ClearCorrect é umas das maiores marcas de alinhadores transparentes para tratamentos ortodônticos no mundo, pertencente ao Grupo Straumann, com produção concentrada na fábrica em Curitiba (PR). O sistema da ClearCorrect promove a movimentação dentária por meio de pressões exercidas em determinadas regiões do dente, resultando na remodelação óssea.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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