Teatro Positivo confirma mais de 20 shows para 2024

Um dos maiores e mais imponentes espaços culturais do Brasil, localizado em Curitiba, divulga a temporada de shows para 2024, prometendo encantar públicos de todas as idades e preferências com uma extensa programação de atrações. A agenda abrange artistas nacionais e internacionais de diversos estilos, como comédia, música, teatro, musicais e eventos religiosos.

A abertura está programada para o dia 17 de fevereiro ao som de Gabriela Rocha. A cantora gospel apresenta um repertório repleto de louvor. No dia 25, é dia de celebrar Elvis Presley com o show “Elvis Comeback”. Em 2 de março, os fãs do sertanejo raiz podem desfrutar do show da dupla Di Paullo e Paulino, que dispõe de nostalgia para a geração modão. Ainda no clima sertanejo, a dupla Zezé di Camargo & Luciano traz a turnê “Novos Tempos”, no dia 8. No dia 9 de março, o espetáculo “Hey Jude & Orquestra” traz a magia dos Beatles em um tributo à lendária banda britânica.

A diversidade continua em 10 de março com o comediante Thiago Ventura, garantindo muitas risadas com seu humor afiado ao contar, de forma divertida, episódios do cotidiano. Em 20 de março, a Conferência Mentes Brilhantes traz Tiago Brunet para o palco do Teatro Positivo, para compartilhar temas relevantes sobre desenvolvimento pessoal e profissional. Os “Melhores do Mundo” prometem uma noite cheia de humor com o clássico “Hermanoteu na Terra de Godah”, em 23 de março. A peça está em cartaz desde 1994, sendo sucesso absoluto.

O rapper Delacruz apresenta rimas repletas de mensagens no dia 24 de março, trazendo o single recente “Aladdin” e mantendo a energia com um álbum novinho que leva o mesmo nome. Em 7 de abril, o espetáculo de balé “Último Ato” traz o consagrado bailarino Thiago Soares em última turnê internacional para se despedir dos palcos. Para os fãs de rock, a banda inglesa Jethro Tull aterrissa em Curitiba em 12 de abril, cumprindo a tão esperada turnê no Brasil. 

A cantora sertaneja Roberta Miranda assume o palco em 27 de abril, prometendo uma noite cheia de emoções e canções marcantes. Com um instrumental ímpar, Yamandu Costa retorna ao palco do Teatro Positivo em 2 de maio, encantando o público com as habilidades no violão. Em 4 de maio, o cantor romântico Fábio Jr. apresenta  grandes sucessos atemporais para o público.

No dia 5 de maio, o “Gato Galáctico” encanta crianças e famílias com o espetáculo “Aventuras Prismáticas”. A Companhia de dança chinesa Shen Yun desembarca para duas datas em Curitiba, nos dias 7 e 8. Em 9 de maio às 21h, The Calling apresenta parte da tão esperada turnê pelo Brasil. O humorista Paul Cabanes promete trazer Paris a Curitiba no dia 10, às 21h. Em 12 de maio, o padre Fábio de Melo emociona o público com canções e mensagens de fé. Em duas datas, 18 e 19 de maio, os ilusionistas Henry e Klauss desafiam os limites da realidade com um espetáculo literalmente mágico. Nos dias 6 e 7 de junho tem mais nostalgia confirmada com Roupa Nova entoando os grandes sucessos da carreira no palco do maior teatro do Paraná. A cantora Alcione chega em 8 de junho para uma noite de muito samba. 

No dia 22, o cantor Daniel Boaventura promete um show em que revisita a própria carreira. Para o dia 29 de junho, há entretenimento para todos os gostos e idades no Teatro Positivo, com três atrações imperdíveis: “O Rei Leão”, “Embalos de Sábado à Noite” e “Pink Floyd Experience”. Em uma celebração da música clássica, o Amazing Tenors retorna com “World Classics” em 19 de julho. No dia 17 de agosto o palco recebe Daniel Jobim e Kell Smith para um tributo a Elis Regina e Tom Jobim.

Para completar, o espetáculo de humor “4 Amigos” reúne, em 19 de outubro, os amigos Afonso Padilha, Thiago Ventura, Márcio Donato e Dihh Lopes para compartilhar os percalços da rotina da forma mais engraçada possível. Os ingressos para todas as apresentações já estão disponíveis no site www.diskingressos.com.br. 

Serviço

17 de fevereiro, 21h – Gabriela Rocha

25 de fevereiro, 20h – Elvis Comeback

2 de março, 21h15 – Di Paullo e Paulino 

8 de março, 21h15 – Zezé di Camargo & Luciano

9 de março, 21h – Hey Jude & Orquestra – Tributo Beatles

10 de março, 20h –  Thiago Ventura 

20 de março, 19h – Conferência Mentes Brilhantes, com Tiago Brunet

23 de março, 21h – Os Melhores do Mundo 

24 de março, 19h – Delacruz

7 de abril, 21h – Último Ato

12 de abril, 21h – Jethro Tull – Rökflöte Tour 

27 de abril, 21h15 – Roberta Miranda

2 de maio, 20h30 – Yamandu Costa

4 de maio – Fábio Jr.

5 de maio – Gato Galáctico – Aventura prismática

7 e 8 de maio, 20h30 – Shen Yun 

9 de maio, 21h – The Calling

10 de maio, 21h – Paul Cabannes

12 de maio, 19h – Padre Fábio de Melo 

18 de maio, 20h30 – Illusion Show, com Henry E Klauss

6 e 7 de junho – Roupa Nova

8 de junho – Alcione

22 de junho, 21h15 – Daniel Boaventura 

29 de junho, 15h – O Rei Leão

29 de junho, 18h – Embalos de Sábado à noite 

29 de junho, 21h30 – Pink Floyd – Experience In Concert

19 de julho, 20h – Amazing Tenors – World Classics

17 de agosto, 21h15 – Tributo a Elis e Tom

19 de outubro – 4 Amigos

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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