TOTVS anuncia Dennis Herszkowicz como novo diretor-presidente e Laércio Cosentino como chairman

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A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de softwares de gestão, anuncia Dennis Herszkowicz como novo diretor-presidente da companhia. O movimento faz parte do plano de sucessão e vem acompanhado da eleição de Laércio Cosentino como chairman pelos membros do Conselho de administração, em substituição a Pedro Passos, que continua como conselheiro da empresa.  A liderança de Pedro Passos, como chairman da companhia, foi fundamental para a conclusão do processo de sucessão.
Como diretor-presidente, Dennis responderá pela condução da estratégia de crescimento, operação, resultados, gestão de pessoas e se reportará ao Conselho de Administração.
Como chairman, Laércio se focará no apoio à transição, na definição e no acompanhamento da estratégia e na proximidade de Clientes e Mercado como representante do Conselho de Administração.
Laércio Cosentino fundou a TOTVS em 1983 (Microsiga à época) com Ernesto Haberkorn e conduziu a empresa em toda sua trajetória de sucesso, que resultou na liderança absoluta da companhia no mercado brasileiro de sistemas de gestão, além de influenciar de maneira relevante a evolução do mercado brasileiro de tecnologia da informação. Sua conduta ética, seu pioneirismo e ímpeto empreendedor estão e continuarão presentes nos valores e na cultura da TOTVS.
Dennis Herszkowicz foi sócio e diretor da Linx S.A., entre 2003 e 2018, ocupando diferentes vice-presidências, além de ter sido Membro do Conselho de Administração no período de 2011 a 2014. Entre 2012 e 2017, foi Chief Financial Officer e Diretor de RI, sendo responsável pelo IPO, em 2013, e pelo follow-on, em 2016, além de conduzir 20 aquisições no período. Entre 2017 e 2018, foi vice-presidente executivo de Novos Mercados, Unidade de Negócios focada em Fintech. Anteriormente, foi diretor-geral do DeRemate.com no Brasil, fundador e CEO da Gibraltar.com, além de passagens pela Unilever e Credicard S.A. Formado em Propaganda e Marketing pela ESPM.
Após um ciclo de 16 anos de sucesso no Varejo, vejo esta oportunidade de evolução em minha carreira, assumindo a liderança executiva de uma empresa líder, com soluções em dez segmentos e presença em vários países”, afirma Dennis Herszkowicz, novo diretor-presidente da empresa. “A TOTVS é uma das maiores e mais bem posicionadas em sua área de atuação. Acredito ter muito a contribuir na continuidade da expansão dos negócios e na perpetuação dos valores e da cultura da empresa.
“É com satisfação que anuncio o início de uma nova fase para a TOTVS. Seguimos com a premissa de continuar ousando e se desafiando com crescimento, fortalecimento de nossa relevância e continuidade do espírito empreendedor. A vinda do Dennis inicia um novo capítulo dessa fantástica história chamada TOTVS”, reforça Laércio Cosentino, agora chairman da TOTVS.
Sobre a TOTVS
Provedora de soluções de negócios para empresas de todos os portes, atua com softwares de gestão, plataformas de produtividade e colaboração, hardware e consultoria, com liderança absoluta no mercado SMB na América Latina. Com aproximadamente 50% de marketshare no Brasil, ocupa a 24ª posição de marca mais valiosa do país no ranking da Interbrand. A TOTVS está presente em 41 países com uma receita líquida de mais de R$ 2 bilhões. No Brasil, conta com 15 filiais, 52 franquias, 5 mil canais de distribuição e 10 centros de desenvolvimento. No exterior, conta com mais 7 filiais e 5 centros de desenvolvimento (Estados Unidos, México, China e Taiwan). Para mais informações, acesse www.totvs.com.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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