TOTVS aposta em mobilidade para cultivo do café

TOTVS Agro Mobile Café leva a fazenda para a palma da mão dos gestores para garantir a operação da indústria cafeeira

Como foco da sua estratégia de negócios, a TOTVS atua cada vez mais especializada em diferentes áreas do mercado e, por meio da sua divisão de Agroindústria, dedicou-se ao desenvolvimento de uma oferta totalmente direcionada à especialização no cultivo de café, o TOTVS Agro Mobile Café. Trata-se de um pacote na nuvem com recursos específicos para o cultivo do grão, como o controle agronômico, dos locais de produção e dos ativos agrícolas. Tudo via mobilidade – do campo, diretamente para a palma da mão do gestor.
Mesmo em um cenário econômico desafiador, o consumo do café no Brasil mostrou acréscimo de 0,86% em 2015, frente ao ano anterior, representando 20,5 milhões de sacas produzidas. A relação per capita também passou de 4,90 kg por habitante/ano para 6,12 kg e a expectativa de 51% das indústrias da ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café) é que o volume de vendas aumente em 2016. São dados como esses que movimentam a busca das empresas do setor por tecnologias cada vez mais especializadas nos seus negócios. O objetivo é garantir mais produtividade, custos operacionais enxutos e redução de desperdício.
O TOTVS Agro Mobile Café chega ao mercado para viabilizar todo o controle agronômico necessário para o cultivo do grão, das atividades específicas, à identificação e acompanhamento das doenças. “Independentemente do tamanho da produção, da pequena à grande, tudo passa a estar disponível via dispositivos móveis, que acompanham o dia a dia dos operadores e gestores da fazenda”, destaca o diretor da TOTVS Curitiba, Fabiano Andrade.
Com um tablet, o funcionário percorre os talhões e indica, diretamente no sistema, todas as pragas encontradas. O registro pode ser feito por foto, texto ou áudio e conta com precisão geográfica, para que se tenha certeza da área de infestação. Em tempo real e com visualização por mapas, o agrônomo tem total rastreabilidade das atividades executadas e consegue acompanhar o que está acontecendo em campo. O apontamento mobile permite um melhor planejamento do controle fitossanitário e proporciona elevado nível de gestão da lavoura, sem a necessidade de contratar mais pessoas para essas funções.
O pacote montado sob medida para o setor é comercializado exclusivamente na modalidade Intera, por meio de uma assinatura mensal e totalmente em cloud. Isto é, o produtor não terá custos com infraestrutura interna e não precisará fazer investimentos altos para adquirir a solução. Com a fazenda na palma das mãos, é possível realizar as principais atividades para garantir a produção e com o controle necessário para viabilizar o fomento e a sustentabilidade dos negócios.
“A indústria cafeeira possui alto valor agregado no seu produto final, com reconhecimento do mercado sobre as diferentes qualidades de grãos, inclusive daqueles direcionados à exportação. Dessa forma, um controle agronômico específico para o cultivo do café consolida um importante diferencial para o sucesso e manutenção dos negócios. Com inovação tecnológica, os gestores garantem uma importante ferramenta para se alcançar uma operação sustentável e lucrativa”, ressalta Fábio Girardi, diretor do segmento de Agroindústria da TOTVS.
 
Sobre a TOTVS
Provedora de soluções de negócios para empresas de todos os portes, atua com softwares de gestão, plataformas de produtividade e colaboração, hardware e consultoria, com liderança absoluta no mercado SMB na América Latina. Com mais de 50% de marketshare no Brasil, ocupa a 21ª posição de marca mais valiosa do país no ranking da Interbrand. A TOTVS está presente em 41 países com uma receita líquida de mais de R$ 2 bilhões. No Brasil, conta com 15 filiais, 52 franquias, 5 mil canais de distribuição e 10 centros de desenvolvimento. No exterior, conta com mais 7 filiais e 5 centros de desenvolvimento (Estados Unidos, México, China e Taiwan).
Para mais informações, acesse o website www.totvs.com

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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