TOTVS desenvolve visões gerenciais para o WMS

Software de controle de armazenagem para centros de distribuição e operadores logísticos ganha novas funcionalidades focadas na otimização de performance

Será que o picking (separação e preparação de pedidos) está bem direcionado? A equipe perde tempo? A disposição dos itens no estoque está de acordo com o giro? Qual a melhor forma de separar os produtos? Para responder a essas e a algumas outras dúvidas frequentes dos operadores logísticos, a TOTVS desenvolveu uma série de consultas e análises gerenciais no seu WMS, software de gestão para centros de armazenagem.
A resolução dessas dificuldades impacta diretamente na performance e lucratividade da operação. Por isso, visualizar as informações da empresa com a ajuda de indicadores e com a possibilidade de simular diferentes cenários faz toda a diferença no planejamento dos negócios. A TOTVS evoluiu o seu WMS para melhorar a visão e todo o processo de mapeamento das atividades das empresas do segmento logístico.
Abaixo algumas das novidades que já estão disponíveis:
Classificação da Curva ABC por produto – de grande relevância para a operação, essa análise melhora as regras de movimentação no estoque de acordo com a classificação do produto, que tem atualização automática. Além disso, é possível identificar a sazonalidade por artigo e por período. O resultado é definir quais itens devem ser alocados mais perto das docas para que a movimentação seja rápida, evitando desperdício de recursos humanos e físicos.
Capacidade máxima de mapeamento por picking – essa funcionalidade analisa a separação das mercadorias por endereço de picking e compara com as movimentações diárias versus a capacidade máxima de cada mapeamento. O sistema permite a simulação de diferentes realidades para ajudar a empresa no planejamento dos seus negócios. Por exemplo, o gestor consegue visualizar um cenário em que o armazém seja expandido, com a projeção das separações de picking por período e sazonalidade.
Solicitações por picking – toda movimentação no armazém ocorre por uma demanda. A empresa compra um produto, o mantém no armazém e, depois, faz a venda. Nessa etapa, o operador logístico recebe uma solicitação de carga e entrega. Porém, o operador logístico não tem controle sobre todas as fases desse processo e, dessa forma, não consegue se organizar e planejar as suas atividades. Com o novo recurso do WMS, a empresa obtém a análise de um determinado período e a indicação do melhor mapeamento do seu endereço de picking. Por exemplo, o sistema pode apontar que, dentro de um mês, houve uma grande movimentação de caixas, mas que o endereço do produto está inadequado e sugerir melhorias. Este é um grande gargalo da operação logística, principalmente quando se fala em eficiência de gestão.
Visões em uma única tela – o WMS agora possibilita uma tela de análise gerencial, com índices quantitativos, sobre diferentes informações: recebimento, expedição, movimentações internas dos itens, quais áreas de estoque precisam de novos recursos, visualização por período, número de documentos movimentados e itens recebidos. Tudo de forma rápida e dinâmica para apoiar na definição do nível de prioridade das ações e garantir uma gestão focada em resultados.
“Estamos em contato constante com os nossos clientes e com olhar atento ao mercado para oferecer uma solução que, de fato, apoie as empresas na melhor gestão dos seus negócios. Baseamos a evolução dos produtos na inovação e especialização necessárias para atender às demandas específicas dos diferentes segmentos em que atuamos”, conclui Angela Gheller Telles, diretora dos Segmentos de Logística e Manufatura da TOTVS.
 
Sobre a TOTVS
Provedora de soluções de negócios para empresas de todos os portes, atua com softwares de gestão, plataformas de produtividade e colaboração, hardware e consultoria, com liderança absoluta no mercado SMB na América Latina. Com mais de 50% de marketshare no Brasil, ocupa a 20ª posição de marca mais valiosa do país no ranking da Interbrand. A TOTVS está presente em 41 países com uma receita líquida de mais de R$ 2 bilhões. No Brasil, conta com 15 filiais, 52 franquias, 5 mil canais de distribuição e 10 centros de desenvolvimento. No exterior, conta com mais 7 filiais e 5 centros de desenvolvimento (Estados Unidos, México, China e Taiwan). Para mais informações, acesse o website www.totvs.com.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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