TOTVS investe em mobilidade para o setor jurídico

Empresa apresenta aplicativo para facilitar controle de processos e versão web do seu software especializado

De acordo com uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), em abril de 2017, o Brasil contabilizou 198 milhões de smartphones em uso, quase um aparelho por habitante. Com tanta gente usando o celular, mobilidade é a palavra que melhor define o mundo de hoje, tanto no ambiente corporativo, como na vida pessoal. No segmento jurídico, essa tendência ganha força e, ciente dessa demanda do mercado, a TOTVS investiu em uma solução mobile pensada para otimizar o tempo dos advogados.
Direcionado aos departamentos jurídicos, o aplicativo Legal Task, foi desenvolvido para ajudar a controlar compromissos relacionados aos processos e facilitar a rotina – tão burocrática e imersa em montanhas de papéis. O app reúne todas as informações importantes da ação judicial e disponibiliza tudo em uma tela simples e fácil.
Dentro da ferramenta, os profissionais encontram ainda a funcionalidade check in e check out, ou seja, um local para indicar quando começa e termina a audiência. O recurso ajuda o gestor do departamento jurídico a administrar o fluxo de trabalho dos escritórios terceirizados e saber exatamente quais são as audiências em curso.
Já para os advogados, que normalmente tocam diversos processos ao mesmo tempo e correm o risco de chegar para a audiência sem ao menos saber quem é o preposto – pessoa que representa a organização em causa trabalhista – o Legal Task, além de todos os dados da ação, também informará, por exemplo, o valor estipulado pela empresa para acordos financeiros.
Outro destaque é a integração do aplicativo com a solução especialista da TOTVS para o segmento, que agora possibilita, via app, coletar informações relevantes para o processo e anexá-las ao sistema, sem a necessidade de estar em um computador. Também é possível inserir fotos, notas de áudios e documentos – mesmo sem conexão com a Internet, já que a ferramenta conta com a função de trabalho offline.
Desenvolvido para os sistemas operacionais iOS e Android, o Legal Task foi pensado para atender as reais necessidades de quem trabalha com rotinas jurídicas diariamente. Para tornar isso possível, a TOTVS levou em consideração a pesquisa realizada pelo seu laboratório de user experience, o UX Labs, com os profissionais do setor.
“A mobilidade está levando agilidade e eficiência para todos os segmentos e o setor jurídico carece de inovações que simplifiquem a vida dos advogados. Ciente desse gargalo, investimos em soluções que priorizam o uso do celular. Sem o Legal Task, por exemplo, era necessário voltar para o escritório escanear os documentos para, só então, ter tudo registrado no sistema. Dependendo da rotina do profissional, isso podia levar dias”, afirma Marcelo Cosentino, vice-presidente de Professional Services da TOTVS.
Além disso, para os escritórios de advocacia, a fornecedora apresenta o SisjuriV12, a versão Web do seu já reconhecido software jurídico. Agora, além de lançar time sheets, despesas e serviços tabelados, os advogados também poderão consultar e controlar processos judiciais em qualquer lugar, já que a ferramenta é acessível pela Internet. Além disso, o sistema também ganhou novos módulos de cadastro, faturamento e financeiro.
As novidades serão apresentadas durante a Fenalaw, que acontece de 24 a 26 de outubro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.
Serviço – FENALAW 2017
Data: 24 a 26 de outubro
Horário: Congresso das 8h30 às 18h/ Exposição das 10h às 19h
Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: Rua Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo/SP
Sobre a TOTVS
Provedora de soluções de negócios para empresas de todos os portes, atua com softwares de gestão, plataformas de produtividade e colaboração, hardware e consultoria, com liderança absoluta no mercado SMB na América Latina. Com mais de 50% de marketshare no Brasil, ocupa a 20ª posição de marca mais valiosa do país no ranking da Interbrand. A TOTVS está presente em 41 países com uma receita líquida de mais de R$ 2 bilhões. No Brasil, conta com 15 filiais, 52 franquias, 5 mil canais de distribuição e 10 centros de desenvolvimento. No exterior, conta com mais 7 filiais e 5 centros de desenvolvimento (Estados Unidos, México, China e Taiwan). Para mais informações, acesse o website www.totvs.com.

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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