Trabalhos técnicos do IX CBUC chegam com aposta de apresentações livres de papel

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85 propostas foram aprovadas para serem divulgadas durante o Congresso por meio de banners digitais e falas rápidas (fast track)

 

Mais uma etapa que antecede a realização do IX Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC) foi concluída: a seleção dos trabalhos técnicos. Cerca de 130 consultores voluntários de diversas áreas de conservação da natureza analisaram 376 propostas enviadas e, destas, 85 foram aprovadas para serem apresentadas durante o evento. Trata-se de uma importante atividade de compartilhamento de informações técnicas para o público esperado do evento, que vai desde profissionais a estudantes, além de servidores, pesquisadores, gestores de áreas protegidas e tomadores de decisão. A lista com os aprovados está disponível neste link.
As inscrições para trabalhos técnicos, que terminaram no fim do ano passado, tiveram cinco eixos temáticos: Biologia da conservação; Comunicação e mobilização; Novas soluções para gestão de áreas naturais; Políticas públicas para conservação; e Natureza, economia e bem-estar. Por exemplo, os trabalhos técnicos nessas linhas mostrarão novidades e boas experiências em ciência cidadã (quando pessoas ajudam cientistas a coletar informações úteis para o monitoramento de espécies e ambientes), turismo ecológico e de observação (como birdwatching), voluntariado em áreas protegidas, boas práticas de gestão de áreas naturais, incentivos econômicos para a proteção da natureza e compromissos brasileiros para metas globais.
Nesta edição, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, realizadora do Congresso, segue tendências inovadoras de eventos internacionais. Assim, as apresentações serão feitas com banners digitais, eliminando totalmente o uso de papel. “Nossa ideia é trazer a inovação cada vez mais para dentro do tema da conservação da natureza. Por isso, optamos por aliar a tecnologia com a dinâmica de networking, tendência que tem se mostrado positiva nos congressos técnicos pelo mundo”, relata Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário.
Para isso, as apresentações, separadas pelas linhas temáticas e divididas nos três dias de evento, serão mostradas em três telas simultaneamente, e cada orador terá alguns minutos para falar de seu trabalho, focando nos principais resultados. Haverá um momento destinado aos trabalhos técnicos em que o público estará livre e aberto para um diálogo em forma de bate-papo, promovendo qualidade nas discussões e o compartilhamento de experiências bem-sucedidas de diversas regiões do país. “Nós, da Fundação Grupo Boticário, estaremos nesse momento atuando como facilitadores entre os oradores. Escolhemos essa forma de divulgação dos trabalhos, pois, assim, os pesquisadores conseguem conversar de forma mais direta com o público, em um diálogo mais rápido e claro, deixando os termos técnicos e detalhes burocráticos de lado”, conta Malu.
Inscrições gerais estão abertas
As inscrições para o público interessado em participar do evento estão abertas até 19 de julho e o cadastramento está disponível por meio deste link. Realizado periodicamente desde 1997, o CBUC é um dos mais importantes fóruns da América Latina sobre áreas protegidas, seus desafios e sua importância para a sociedade. Em suas oito edições realizadas desde 1997, produziu diversos resultados positivos para a conservação da natureza, como a criação, ampliação e gestão eficiente de unidades de conservação. A nona edição tem como tema “Futuros Possíveis: Economia e Natureza” e acontecerá entre 31 de julho a 2 de agosto de 2018, em Florianópolis (SC).
Na edição de 2018, O CBUC terá uma programação abrangente, que inclui conferências, palestras e simpósios, além de mostras que possibilitam ao público presente ter contato com iniciativas e projetos inovadores. Os valores da inscrição são de R$ 600 (inteira) e R$ 300 (meia-entrada), até 15 de maio; e entre 16 de maio e 19 de julho, os valores passam para R$ 800 (inteira) e R$ 400 (meia-entrada). No dia do evento, as inscrições serão R$ 1.000 (inteira) e R$ 500 (meia-entrada), mediante disponibilidade de vagas. As categorias válidas para meia-entrada são: estudantes, idosos, portadores de deficiência, jovens carentes de 15 a 29 anos, doadores de sangue, funcionários públicos de órgãos ambientais, profissionais de ONGs e proprietários de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs).
A programação preliminar do IX CBUC está disponível no site www.fundacaogrupoboticario.org.br/cbuc.
 
Sobre a Fundação Grupo Boticário
A Fundação Grupo Boticário é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial. A Fundação Grupo Boticário apoia ações de conservação da natureza em todo o Brasil, totalizando mais de 1.500 iniciativas apoiadas financeiramente. Protege 11 mil hectares de Mata Atlântica e Cerrado, por meio da criação e manutenção de duas reservas naturais. Atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e nas políticas públicas, além de contribuir para que a natureza sirva de inspiração ou seja parte da solução para diversos problemas da sociedade. Também promove ações de mobilização, sensibilização e comunicação inovadoras, que aproximam a natureza do cotidiano das pessoas.

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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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