Turismo em destaque: 2023 representa melhor ano do setor desde 2019

Aumento da demanda turística potencializa e maximiza crescimento do setor hoteleiro, com o NH Curitiba The Five registrando performance positiva

O turismo brasileiro registrou resultados  excepcionais em 2023, marcado por uma significativa movimentação nos aeroportos e um notável crescimento no setor de serviços, especialmente no Paraná. Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) revelam que mais de 102 milhões de pessoas transitaram pelos aeroportos em 2023, representando um aumento de 5,1% em relação a 2022 – o melhor resultado desde 2019. No Paraná, o setor de turismo experimentou um crescimento de 11,4% em comparação a 2022, registrando a segunda maior evolução no setor de serviços, conforme aponta pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em Curitiba, o Aeroporto Afonso Pena apresentou um aumento de 8% na movimentação aérea em relação a 2022, segundo relatório do Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA). Além disso, a capital paranaense destaca-se entre os dez destinos mais procurados no Brasil, segundo levantamento realizado pela agência de viagens on-line Decolar.

O NH Curitiba The Five, primeiro hotel no Brasil da rede espanhola NH Hotels, apresentou crescimento em diversas áreas ao longo do ano. O hotel, que conta com 178 apartamentos, um restaurante, um coffee shop, um lounge, sete salas para eventos corporativos com capacidade para até 190 pessoas, área de business center, espaço fitness spa, teve um aumento de 37% no faturamento. O diretor do NH Curitiba The Five, Antonio de Albuquerque, celebra os resultados positivos. “Este foi um ano muito importante para nós, com investimentos que trouxeram muitos frutos e resultados que atenderam às nossas expectativas. A taxa de ocupação subiu 17% e o ADR 21% em relação a 2022”, enfatiza.

Turistas preferem hospedagem em hotéis

O Instituto Municipal de Turismo (IMT), por meio da Pesquisa da Demanda Turística, revela que os hotéis são o principal meio de hospedagem dos turistas, com 28,3% optando por ficar na casa de parentes ou amigos e 11,4% em locação temporária. “A preferência por hotéis não é incomum, dado que providenciam maior liberdade e conforto, sem precisar importunar parentes ou amigos. A locação temporária também não é tão prevalecente e ainda é um mercado em ascensão, então os turistas não sentem tanta segurança”, destaca Antonio, O número de hóspedes do hotel aumentou em 11% neste ano.

Integração tecnológica

Para proporcionar a melhor experiência possível aos hóspedes, o hotel realizou diversas melhorias ao longo do ano. “Procuramos integrar novas tecnologias para tornar a estadia cada vez mais proveitosa, garantindo a satisfação de nossos hóspedes”, afirma o diretor. Dentre as melhorias estão a troca do sistema operacional, permitindo o uso mais intensivo das tecnologias disponíveis, como reconhecimento facial, interfaces mais seguras em relação a possíveis fraudes cibernéticas e controle mais rígido das informações em conformidade com a LGPD. A área de eventos também passou por uma revitalização, assim como a iluminação, que foi aprimorada a partir de sugestões de clientes corporativos. O sistema de ar-condicionado foi atualizado, proporcionando maior conforto térmico individualizado nas salas.

Geração de empregos

Com a crescente demanda no setor turístico, o setor hoteleiro também precisa investir na força de trabalho. O hotel curitibano teve um aumento de 15% em seu quadro de colaboradores, contando com 20 novos postos de trabalho diretos e mais 60 indiretos, entre dezembro de 2022 e dezembro de 2023. O hotel ainda fechou o ano com vagas em aberto, deixando claro que investir no número de funcionários é uma das prioridades. “Nosso compromisso para 2024 vai além dos números alcançados em 2023. Estamos empenhados em continuar aperfeiçoando nossos espaços e serviços, elevando constantemente o padrão de excelência que oferecemos aos nossos hóspedes. Buscamos não apenas atender, mas superar expectativas, proporcionando experiências memoráveis a todos”, finaliza Antonio.

SOBRE NH HOTELS

NH Hotels é a marca de luxo do NH Hotel Group, destacada por seus hotéis modernos e singulares em localizações perfeitas na Europa e na América Latina, que se conectam facilmente com as cidades e bairros. Cada NH Hotel é cuidadosamente projetado para oferecer uma experiência confiável que sempre atenderá às expectativas dos hóspedes. Seu estilo descontraído, urbano e fresco faz deles um marco para se hospedar, trabalhar e interagir agradavelmente fora de casa.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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