“Turistando” pelo Paraná: dicas de passeios para aproveitar o último feriado prolongado do ano

Mês de maio é marcado por datas comemorativas e feriados, como Dia do Turismo, Dia das Mães e Corpus Christi. Destinos paranaenses são repletos de cultura, história, gastronomia e aventura

Repleto de destinos com paisagens únicas e rico em cultura, o Paraná se destaca como um estado ideal para aqueles que procuram variedade de pontos turísticos e passeios. Trilhas, cachoeiras, cidades históricas e destinos praianos são apenas alguns dos atrativos que tornam o estado tão procurado pelos turistas. Reforçando a potência do Paraná como destino, dados do IBGE revelam que o setor de turismo no estado teve alta de 0,5% entre janeiro e fevereiro deste ano, enquanto o índice nacional teve uma queda de 0,8% no mesmo período.

O mês de maio será ideal para viajar – seja sozinho, em família ou entre amigos. Serão dois feriados importantes (Dia Nacional do Turismo e Dia das Mães) e o último feriado prolongado deste ano, o Corpus Christi, que cai na quinta-feira, dia 30. Pensando nisso, o aplicativo de mobilidade urbana V1 selecionou alguns destinos especiais do Estado para “cair” na estrada. 

Aventuras Paraná afora

Para quem gosta de aventuras, nada melhor do que aproveitar uma boa trilha. O estado é repleto de morros, montanhas, cânions e cachoeiras que proporcionam experiências únicas para os que mantêm o espírito aventureiro de plantão. Confira alguns destaques:

  • Trilha Pico do Paraná: realizada no Pico Paraná, a montanha mais alta do sul do país, esta trilha percorre cerca de 15 km. Conhecida por seu percurso desafiador, devido a obstáculos como rochas e raízes, e por ser composta predominantemente de subidas, a trilha pode demandar até 12 horas para ser concluída. É recomendável dividir o percurso em mais de um dia, aproveitando os acampamentos disponíveis para repouso. Localizada perto de Campina Grande do Sul, a trilha está aberta durante todo o ano, é muito popular e mantém sua beleza em todas as estações.
  • Cânion da Faxina: trilha que leva à famosa Cachoeira da Faxina, que conta com uma queda d’água de mais de 20 metros, é composta principalmente por campos e mata. Bem demarcada e relativamente curta, com 3,7 km de extensão, a caminhada é recomendada para quem procura algo mais leve. Está localizada perto da cidade de Campo Largo.
  • Buraco do Padre: com uma esplêndida cascata de 30 m, formada pelo Rio Quebra Pedra, é o local ideal para admirar a beleza da natureza, acessível por  uma trilha de 1 km que foi revitalizada recentemente. Para quem gosta de história, o local foi nomeado em homenagem aos padres jesuítas que meditavam por lá. O Buraco do Padre fica próximo da cidade de Ponta Grossa.

Cidades com muita história para desvendar

Com mais de 399 municípios, o Paraná tem uma rica história. Colonizado inicialmente pelos portugueses, o estado seria disputado também pelos espanhóis e, mais tarde, receberia diversos imigrantes europeus – alemães, italianos, poloneses e ucranianos, principalmente. Essa diversidade cultural é evidente em muitas cidades. Abaixo, algumas delas:

  • São Mateus do Sul: terra da erva-mate, que contribuiu de forma significativa com a economia paranaense, a cidade foi o mais importante porto e centro comercial da região. Algumas de suas principais atrações são a Cuia Gigante e o Chimarródromo, que demonstram a paixão da cidade pela erva-mate e pelo chimarrão. Destaca-se também o Vapor Pery, antigo barco a vapor que remete à época das navegações pelo Rio Iguaçu. Além disso, a Igreja Matriz se apresenta como o ponto central entre as capelas da cidade.
  • Campo do Tenente: cidade roteiro do Caminho das Tropas – antiga via terrestre que conectava Rio Grande do Sul a São Paulo –, Campo do Tenente é uma pequena cidade no interior do estado que tem muitos prédios históricos. Casarões do início do século XIV compõem o cenário cultural do local, com pontos turísticos como a Igreja do Divino Espírito Santo, o Centro Cultural Casarão Villa Anna e a Braspol representando a história da cidade.
  • Castro: conhecida como a “cidade mãe do Paraná” por ter sido o primeiro município instituído no estado, Castro abraça diversas culturas, com influências principalmente alemãs e holandesas. Os visitantes podem explorar o Centro Cultural da Castrolanda, que abriga o Moinho da Imigração Holandesa, o terceiro maior moinho de vento do mundo. Outra atração imperdível é o Morro do Cristo, um dos pontos mais altos da cidade. Além disso, o Museu do Tropeiro, que fica no imóvel mais antigo de Castro, é o único no Brasil dedicado ao tropeirismo, onde os turistas podem explorar artefatos e objetos da época.

Areia nos pés, sossego e tranquilidade 

Destinos praianos são uma das opções mais procuradas por proporcionarem a tão desejada paz e serenidade, fugindo da rotina atribulada. O litoral paranaense é formado por vistas deslumbrantes e praias que trazem momentos de conforto e relaxamento. Para aqueles que procuram um bom descanso aliado à água salgada, as principais praias são:

  • Ilha do Mel: muito conhecida entre os paranaenses, a Ilha do Mel é uma atração turística com praias e grutas que deixam todos maravilhados. A ilha ainda oferece atividades como stand-up paddle, voo duplo de parapente e o tradicional surf.
  • Matinhos: outro destino familiar para os moradores do estado, a cidade litorânea de Matinhos conta com 15 balneários, sendo o destaque o balneário de Caiobá – onde encontramos a Praia Mansa e a Praia Brava. Além disso, para quem procura uma alternativa que inclua muita água, o Parque Aquático Águas Claras é uma boa indicação.
  • Pontal do Paraná: muita beleza natural aguarda os visitantes em Pontal do Paraná. A cidade possui 48 balneários que compõem 23 km de orla marítima, sendo os mais famosos: Ipanema, Pontal do Sul e Santa Terezinha. Para os mergulhadores, é imprescindível visitar o Parque Nacional Marinho das Ilhas dos Currais.

Explorando o Paraná com conforto e economia

O planejamento financeiro para viagens é uma preocupação presente, principalmente pelos gastos com transporte – que pode custar ainda mais caro para quem deseja apenas fazer um “bate-volta” e retornar no mesmo dia – sem mencionar outros custos, como comida, estadia e transporte na cidade destino. Uma alternativa é a locação de carro, que proporciona conforto, praticidade e economia. O aplicativo de locação de carros V1 traz facilidades aos clientes, como modalidades variadas e processo de aprovação e seleção de veículo feitas diretamente pelo celular, sem intermediação de terceiros. 

Uma opção interessante para viagens curtas é a meia-diária, também conhecida como “nanolocação”, em que o carro é alugado por um período de 12 horas, como ressalta a gerente do V1 Aluguel, Thais Augusta. “Para quem procura fazer uma viagem de ida e volta no mesmo dia, seja para ir à praia ou se aventurar em trilhas mais distantes, a meia-diária é uma opção que oferece todo conforto e praticidade.”

As modalidades disponibilizadas pela locação permitem flexibilidade para o cliente, possibilitando escolher uma opção que supra todas as suas necessidades – como passar um fim de semana de feriado prolongado explorando toda a cultura, história e gastronomia que o Paraná tem a oferecer. “Contamos com opções de períodos de locação para o cliente locar somente pelo período em que está viajando. Além disso, pode solicitar que o veículo seja entregue ou retirado por um de nossos motoristas, não precisando se deslocar até uma de nossas estações”, finaliza Thais.

Sobre o V1

O V1 é uma plataforma de mobilidade urbana que atua no aluguel e assinatura de carros de forma 100% digital, para uso pessoal e empresarial.  Oferece soluções em gestão de frotas terceirizadas para empresas, fleet service, traslado de pessoas e outras demandas personalizadas. Considerado um dos maiores players do setor no país, o V1 faz parte do Grupo Águia Branca e atua nas cidades de Vitória (ES) e Curitiba (PR). O app está disponível na Apple Store e Google Play.

Share:

Latest posts

LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Freddie-Verso, apresentado por Lord Krony, reúne clássicos da banda em noite dedicada ao legado do cantor O...
Saiba mais >
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
Modelo cooperativista se destaca pelo pioneirismo em ações voltadas ao bem-estar emocional dos colaboradores O...
Saiba mais >
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >
Dr. Geninho Thomé, fundador da Neodent.
Paranaense Geninho Thomé é reconhecido entre os 100 Mais Influentes da Saúde na categoria Empresário
Trajetória marcada pela inovação e pela ampliação do acesso à saúde bucal coloca o fundador da Neodent...
Saiba mais >