Umberto Godofredo desembarca no Guairinha

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Comédia medieval nonsense de Fábio Silvestre promete arrancar gargalhadas do público neste fim de semana

Depois de uma temporada de sucesso no Teatro Lala Schneider, a comédia nonsense “As Fabulosas Desventuras de Umberto Godofredo” desembarca no Guairinha nesta sexta e sábado (19 e 20 de agosto).

No ano do Senhor de 999, em um pequeno vilarejo no interior da Escócia, Paracelso – o doido, prevê a chegada de um meteoro que destruirá a cidadela de Burgerking.

Assim começa a nova comédia nonsense de Fábio Silvestre, que tem como herói o fracassado Umberto Godofredo, o Cavaleiro das Risadas. Umberto, vivido por Fábio e seu pequeno exército, formado pelo escudeiro Didi – o manco, e pelo Mago Melchior – o esquizofrênico (Paulo Matos), partem em busca da salvação da cidade, em uma saga que os levará à lendária e mística Ilha de Hi-Brazil. Nas lendas da época, esse lugar realmente existiu e muito antes do nosso país. Esta ilha só podia ser vista, uma vez a cada sete anos, mas pode ser encontrada em mapas antigos. Lá, eles tentaram encontrar o mitológico Xaxixo, que poderá desviar o meteoro.
No caminho, eles enfrentam florestas assombradas, cavernas sem fim, ursos falantes, flamingos cantores, bruxas consultoras de cosméticos, e toda sorte de terríveis perigos, para cumprir sua saga.
A produção também ganhou um trailer em animação, que mostra um pouco dos personagens caricatos e dá uma ideia da trama da peça. O vídeo pode ser acessado em: https://goo.gl/aDAxNn.
 

O RETORNO

Fábio Silvestre, criador do sucesso paranaense O Bêbado visto por mais de 100 mil pessoas, volta a dividir a cena no palco. Depois de 13 anos realizando solos pelo país como humorista. Silvestre é mais conhecido como comediante, por seus três anos no humorístico “A Praça É Nossa”, como o motorista Bigode, mas decidiu matar a saudade do teatro, realizando um antigo sonho de encenar uma comédia medieval, no melhor estilo Monty Python.

“Assisti ‘Em Busca do Cálice Sagrado’, ainda criança na TV, e minha comédia tem muito da influência dos Python. As Fabulosas Desventuras de Umberto Godofredo, não tem nada a ver com a história do Cálice Sagrado, mas tem uma homenagem, aos Cavaleiros Que Dizem Ni, que na peça viraram Os Mineiros Que Dizem Nu, explica Silvestre.

O ELENCO

O elenco ainda traz Paulo Matos, um dos atores mais ativos do audiovisual paranaense e Nawbert Cordeiro, mais conhecido no meio do teatro corporativo, onde já atuou em mais de 100 peças. Ainda há um quarto ator, mas que por ser candidato nas próximas eleições não pode ter seu nome divulgado atendendo a lei eleitoral. No total, os atores dividem 21 personagens, além das participações em áudio de atores convidados.

SERVIÇO:

AS FABULOSAS DESVENTURAS DE UMBERTO GODOFREDO

Com Fábio Silvestre, Paulo Matos, Nawbert Cordeiro entre outros.

Local: Teatro Guairinha. Rua XV de Novembro, 971 – Centro

Data: Dias 19 e 20 de agosto, às 21 horas.

Ingressos: R$50,00 e meia para estudantes, idosos e promoções de redes sociais. Vendas na bilheteria do teatro e no site www.diskingresso.com

Classificação Indicativa: 12 anos

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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