Unium participa da Mercosuper para apresentar novidades e difundir conceitos da intercooperação

A Mercosuper, uma das maiores feiras e convenções de supermercados do Brasil, terá como tema em 2022 “Conteúdo, Relacionamentos e Bons Negócios”. O evento, que está em sua 39° edição, acontece nos dias 5, 6 e 7 de abril, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (PR).

Após 2020, em formato on-line, a Mercosuper volta a acontecer presencialmente, com mais de 40 palestrantes em oficinas e workshops. A expectativa é que o evento movimente a economia do Paraná com a concretização de R$ 600 milhões em negócios. As palestras, painéis e fóruns contarão com debates e conteúdos da área do varejo e que possam ampliar ainda mais a visão dos supermercadistas, ajudando-os a superar os desafios do setor.

Mais uma vez, a Unium, marca institucional das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, que atua em segmentos do agronegócio, como leite, carne suína e trigo, participa da tradicional feira.

Lançamentos

O estande ficará no Espaço da Ocepar com outras cooperativas paranaenses e, entre as novidades apresentadas, estará o leite em pó integral e leite em pó integral instantâneo, das marcas de lácteos da Unium, Colônia Holandesa e Naturalle.

A nova linha de lasanhas da Alegra, indústria de carne suína da Unium, também será lançada durante o evento. Estarão em exposição, ainda, outros produtos da linha, como salame, bacon e calabresa.

Já no segmento do trigo, a Herança Holandesa apresenta todos os produtos da linha doméstica de farinha, dentre elas a tradicional, a integral e a premium, assim como os produtos para panificação.

Intercooperação

Além da exposição nos produtos na feira, o Auke Dijkstra Neto, representante da Unium, ressalta a importância de apresentar ao mercado os diferenciais da intercooperação. “As cooperativas paranaenses Frísia, Capal e Castrolanda separadamente não possuíam tamanho nem produção em escala para conseguir resultados nacionalmente. Com a criação da Unium, marca institucional que representa a intercooperação das companhias, hoje, unidas, as três são o segundo maior produtor de leite do país. Esse modelo oferece diversas vantagens, como o investimento em tecnologias, espaço maior no mercado, produtividade e maior valor agregado, assim como a qualidade já reconhecida dos produtos e uma estrutura de governança própria”, finaliza.

Serviço: 

Mercosuper 2022 

Data: 5 a 7 de abril de 2022

Horário: Dias 5 e 6, das 15h30 às 22h30. Dia 7, das 15h30h às 21h30.

Link: https://www.apras.org.br/mercosuper/

Sobre a Unium

Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. Todas as marcas reunidas pela Unium, inclusive a Alegra, são reconhecidas pela qualidade e excelência.

A Unium também conta com três marcas de lácteos: Naturalle – de produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium conta com a marca Herança Holandesa – farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22000, o que a qualifica com elevados padrões de exigência.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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