Universidade oferece acolhimento psicológico gratuito para vítimas de violência doméstica em todo o Brasil

A pandemia fez crescer de modo significativo os casos de violência doméstica. De acordo com dados do Instituto Datafolha, uma em cada quatro mulheres foi vítima de violência no Brasil em 2020, ou seja, 17 milhões de brasileiras teriam sofrido algum tipo de agressão, sendo a maioria dentro de casa. Já o Sistema Único de Saúde (SUS) aponta que a cada uma hora um LGBTQIA+ é agredido no Brasil. 

Com o objetivo de acolher pessoas que estejam ou estiveram em situações de violência ou em relacionamentos abusivos, o Centro de Psicologia da Universidade Positivo (UP), em Curitiba (PR), amplia o projeto ”VIDORA” (Violência Doméstica e Relacionamento Abusivo). Criado há três anos, o projeto, que já atendeu diversas pessoas presencialmente, passa a atender de forma on-line pessoas de diferentes regiões do Brasil acima de 18 anos, independentemente do gênero ou da violência sofrida, seja psicológica, sexual ou física.

O plantão de acolhimento do projeto VIDORA repassa informações e dá suporte psicológico para pessoas em situação de sofrimento e que precisem de ajuda da psicologia para lidar com essas questões. O acolhimento dura cerca de 50 minutos, é on-line, gratuito e realizado por estudantes do 7.º ao 10.º períodos do curso de Psicologia da Universidade Positivo, supervisionado pela psicóloga e professora Valéria Ghisi. Os atendimentos são de segunda a sexta, nos períodos da manhã, tarde e noite, e aos sábados pela manhã. 

“Por ser on-line, o plantão de acolhimento tem condições de atender pessoas residentes em qualquer localidade que tenham acesso à internet e a um local com a privacidade necessária para a conversa. A internet permite que nosso serviço saia da Universidade e cause cada vez mais impacto social. Além do Paraná, já atendemos também mulheres de outros estados, como Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Bahia. Queremos atingir o público que está em busca de atendimento e não sabe onde procurar, ou não tem condições econômicas para esse tipo de serviço”, destaca a professora. 

Além do acolhimento on-line, o projeto realiza outras atividades, como rodas de conversa, grupos de estudo e acompanhamento psicoterapêutico presencial restrito a pessoas de Curitiba e Região Metropolitana. Na página do Instagram do projeto é possível acompanhar informações sobre o assunto e detalhes das atividades realizadas. Para se inscrever no plantão de acolhimento é necessário preencher o formulário, informar a disponibilidade de horário para atendimento e aguardar contato da equipe do Projeto VIDORA.

 

Serviço

Plantão de acolhimento VIDORA – Universidade Positivo

Dias disponíveis para atendimento: segunda a sexta, nos períodos manhã, tarde e noite, e aos sábados pela manhã

Inscrições pelo formulário

 

Sobre a Universidade Positivo

A Universidade Positivo é referência em Ensino Superior entre as IES do Estado do Paraná e é uma marca de reconhecimento nacional. Com salas de aula modernas, laboratórios com tecnologia de ponta e mais de 400 mil metros quadrados de área verde no campus sede, a Universidade Positivo é reconhecida pela experiência educacional de mais de três décadas. A Instituição conta com três unidades em Curitiba (PR), uma em Londrina (PR), uma em Ponta Grossa (PR) e mais de 70 polos de EAD no Brasil. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de graduação, centenas de programas de especialização e MBA, sete programas de mestrado e doutorado, além de cursos de educação continuada, programas de extensão e parcerias internacionais para intercâmbios, cursos e visitas. Além disso, tem sete clínicas de atendimento gratuito à comunidade, que totalizam cerca de 3.500 metros quadrados. Em 2019, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric. Desde março de 2020 integra o Grupo Cruzeiro do Sul Educacional. Mais informações em up.edu.br/

 

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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