Universidade Positivo abre inscrições para Pós-Graduação

Instituição oferece 31 cursos de especialização no segundo semestre

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A Universidade Positivo está com inscrições abertas para 31 cursos de Pós-Graduação, em Curitiba e Londrina, com início em agosto, nas áreas de Tecnologia, Gestão, Direito, Engenharia, Saúde, Psicologia, Comunicação e Moda. São três modelos de programas, com carga horária e flexibilidade diferentes, para atender aos diversos perfis de profissionais que necessitam de atualização e aprofundamento em áreas específicas da profissão. “Os cursos seguem as tendências das últimas demandas do mercado de trabalho, que tem mudado rapidamente com a evolução da tecnologia e da sociedade”, afirma Dario Luiz Dias Paixão, coordenador dos cursos de Pós-Graduação da UP.
Com um mercado de trabalho cada vez mais amplo, dinâmico e globalizado, que exige transformações tanto das empresas, quanto dos profissionais, a Universidade Positivo oferece 12 cursos de especialização na modalidade Flex-Ágile, com duração máxima de 12 meses. O programa une duas premissas: velocidade na formação e flexibilidade, já que o estudante integra competências essenciais a seu desenvolvimento profissional por meio de disciplinas presenciais da grade básica, além de completar sua formação escolhendo entre as mais de 20 opções online.
Além disso, são 13 opções de cursos na modalidade tradicional, com duração mínima de 360 horas, nas áreas de Direito, Moda, Pedagogia, Negócios e Saúde, para quem deseja aprofundar conhecimento em seu campo de atuação. Um dos cursos mais procurados, por exemplo, é a Pós-Graduação em Data Science e Big Data, com início dia 23 de agosto e aulas às sextas e sábados, com um total de 360 horas. O curso une os princípios e ferramentas do Big Data às ferramentas da ciência de dados – o que cria um ecossistema de alto desempenho na criação de soluções para a tomada de decisões.
Com carga horária maior que os demais cursos de especialização – entre 420 e 520 horas – os cursos de MBA da Universidade Positivo são voltados para a prática profissional. Essa modalidade tem como público-alvo profissionais que já estão inseridos no mercado e que querem melhorar seus conhecimentos nas áreas de Gestão e Negócios, ampliando sua formação como gestores, líderes e executivos. Cinco cursos nessa modalidade estão com inscrições abertas para o segundo semestre, com início previsto para agosto e início de setembro: MBA Business Intelligence e Business Analytics; MBA em Comércio Exterior e Negócios Internacionais; MBA em Gestão de Tecnologia da Informação; MBA em Gestão de Pessoas e Coaching com Ênfase em Neuroliderança e MBA em Marketing Digital com Ênfase em Neuromarketing.
Os cursos são divididos em cinco locais: câmpus sede Ecoville, unidade Santos Andrade, Osório, sala iPerson Education e, em Londrina, na Faculdade Positivo Londrina. Mais informações e inscrições pelo site www.up.edu.br/pos.
Cursos no câmpus sede Ecoville (Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Ecoville):

  • Data Science e Big Data
  • Educação Internacional
  • Empreendedorismo e Inovação
  • Engenharia da Manutenção
  • Engenharia da Produção
  • Fisiatria, Fisioterapia e Reabilitação Veterinária
  • Gestão Comercial e Vendas
  • Gestão da Qualidade e Lean Six Sigma
  • MBA Business Intelligence e Business Analytics
  • MBA em Comércio Exterior e Negócios Internacionais
  • MBA em Gestão de Tecnologia da Informação
  • Neuropsicologia Educacional
  • Relações Internacionais e Diplomacia
  • Urgência e Emergência

Cursos na unidade Santos Andrade (Rua XV de Novembro, 904 – Centro):

  • Contabilidade Gerencial e Financeira
  • Direito das Famílias e Sucessões
  • Empreendedorismo e Inovação
  • Gerenciamento Estratégico Empresarial
  • Gestão de Logística e Cadeia de Suprimentos
  • Gestão de Marketing
  • Gestão de Recursos Humanos
  • Gestão e Gerenciamento de Projetos
  • Gestão Financeira, Custos e Formação de Preços
  • Perícia e Avaliação Econômica, Contábil e Atuarial
  • Produção de Moda, Comunicação e Styling

Cursos na unidade Osório (Praça General Osório, 125 – Centro):

  • Cosmetologia e Nutricosméticos

Cursos sala iPerson Education (Prédio NEO Business – Sala 801 – Centro Cívico):

  • MBA em Gestão de Pessoas e Coaching com Ênfase em Neuroliderança
  • MBA em Marketing Digital com Ênfase em Neuromarketing

Cursos na Faculdade Positivo Londrina (Rua Prefeito Faria Lima, 400 – Londrina):

  • Direito Educacional – Teoria e Prática no cotidiano escolar
  • Prática de Direito Criminal
  • Ortodontia

Sobre a Universidade Positivo
A Universidade Positivo concentra, na Educação Superior, a experiência educacional de mais de quatro décadas do Grupo Positivo. A instituição teve origem em 1988 com as Faculdades Positivo, que, dez anos depois, foram transformadas no Centro Universitário Positivo (UnicenP). Em 2008, foi autorizada pelo Ministério da Educação a ser transformada em Universidade. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de Graduação presenciais, quatro cursos de Doutorado, sete cursos de Mestrado, mais de 190 programas de Especialização e MBA, sete cursos de idiomas e dezenas de programas de Extensão. A Universidade Positivo conta com três unidades em Curitiba, uma unidade em Londrina (PR), uma unidade em Joinville (SC), além de polos de Educação a Distância (EAD) em mais de 60 cidades espalhadas pelo Brasil. Em 2018, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric.  

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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