Universidade seleciona pacientes para tratamento de harmonização orofacial

A Clínica de Odontologia da Universidade Positivo (UP) está selecionando pacientes para tratamento de harmonização orofacial, área da odontologia que busca equilibrar a relação estética e funcional do rosto e sorriso. O atendimento, realizado por estudantes de pós-graduação, sob supervisão de docentes, acontece nos dias 13 e 14 de dezembro, às 19h e 20h15, e 15 e 16 de dezembro, às 16h, 19h e 20h15, no campus Ecoville. Os procedimentos, que incluem botox, preenchimento labial, fios estimuladores de colágeno e de sustentação, peelings, bichectomia, levantamento cirúrgico de lábios e lipoaspiração de papada, têm o custo apenas do material da aplicação.

O professor da pós-graduação em Harmonização Orofacial, João Zielak, destaca a importância da participação da sociedade. “Os cursos da Saúde da UP oferecem à comunidade procedimentos de alta tecnologia supervisionados por profissionais extremamente qualificados. Dentro do ambiente acadêmico tudo é realizado visando à biossegurança do paciente. Com essa parceria, ganham comunidade e universidade,’’ afirma.

O professor também cita outros procedimentos realizados na clínica que, muitas vezes, são desconhecidos pela comunidade, como os fios de bioestimulação.São fios absorvíveis utilizados há muitos anos na área da saúde, mas que mais recentemente vêm sendo aplicados para fins estéticos da face, em especial para eliminar rugas que outros procedimentos não resolvem”, explica. Além desse, há também os  fios de sustentação que, de acordo com Zielak, também são fios absorvíveis, mas que ultimamente têm sido usados para o tracionamento de áreas flácidas no rosto. Outros serviços da clínica incluem próteses, implantes e cirurgias de enxerto.

Para evitar o contágio do novo coronavírus, estão sendo tomadas todas as medidas sanitárias recomendadas, como uso de equipamentos de proteção, distanciamento ampliado entre os atendimentos, esterilização diária de toda a clínica e espaços comuns, além da diminuição da capacidade de atendimento. A maior parte dos tratamentos é gratuita e alguns possuem custos reduzidos, quando são cobrados apenas os valores dos materiais. O agendamento pode ser feito pelo WhatsApp: (41) 3207-3809.

 

Serviço

Clínica de Odontologia da Universidade Positivo

Local: Campus Ecoville | R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Ecoville

Agendamentos pelo WhatsApp: (41) 3207-3809.

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Sobre a Universidade Positivo

A Universidade Positivo é referência em ensino superior entre as IES do estado do Paraná e uma marca de reconhecimento nacional. Com salas de aula modernas, laboratórios com tecnologia de ponta, mais de 400 mil m² de área verde no campus sede, a Universidade Positivo é reconhecida pela experiência educacional de mais de três décadas. A instituição conta com quatro unidades em Curitiba (PR) e uma em Londrina (PR) e mais de 70 polos de EAD no Brasil. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de Graduação, centenas de programas de especialização e MBA, sete programas de mestrado e doutorado, além de cursos de educação continuada, programas de extensão e parcerias internacionais para intercâmbios, cursos e visitas. Além disso, tem sete clínicas de atendimento gratuito à comunidade, que totalizam mais de 3.500m². Em 2019, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric. Desde março de 2020 integra o Grupo Cruzeiro do Sul Educacional. Mais informações em www.up.edu.br   

 Tratamento é realizado por estudantes da pós-graduação, sob supervisão de docentes

divulgação/Central Press

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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