Valmet alcança melhor posição no CDP Climate pelo segundo ano consecutivo

Multinacional finlandesa figura na “A List” da organização internacional Carbon Disclosure Program, reconhecimento para empresas que reduzem emissões de gases de efeito estufa, salvaguardam recursos hídricos e protegem florestas

A Valmet, um dos principais players de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia, foi novamente reconhecida por suas estratégias e ações para mitigar as mudanças climáticas. A empresa recebeu a pontuação A e manteve sua posição de liderança na divulgação do CDP Climate pelo segundo ano consecutivo. A avaliação da organização internacional leva em conta a transparência da empresa em relação à sua estratégia, metas, governança, gerenciamento de riscos e oportunidades, além das iniciativas adotadas para reduzir os impactos climáticos no último ano.  

A inclusão na Lista Climática A do CDP reflete o compromisso da Valmet com a sustentabilidade em toda a cadeia de valor. “Acreditamos que a tecnologia e a colaboração desempenham um papel fundamental na mitigação das mudanças climáticas. Junto com nossos fornecedores e clientes, continuaremos impulsionando a transição da indústria para um futuro circular e de baixo carbono”, afirma a vice-presidente de Sustentabilidade da Valmet, Reetta Loponen.

A multinacional investe continuamente em eficiência energética para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em suas operações. Entre as iniciativas, destacam-se a aquisição de eletricidade sem carbono na Finlândia e na Suécia desde 2023 e o cumprimento, sete anos antes do previsto, da meta de viabilizar uma produção 100% neutra em carbono para seus clientes de celulose, papel e energia. Na cadeia de suprimentos, a Valmet envolveu mais de 270 fornecedores com maior impacto ambiental para adotar práticas sustentáveis.

Desde 2019, reduziu em 10% o consumo de energia em tecnologias para celulose, papel, papelão e tissue, contribuindo para cortes significativos nas emissões de CO2 ao longo da vida útil das operações. As soluções da Valmet promovem uma produção mais eficiente e sustentável, com fontes de energia livres de combustíveis fósseis e o uso de materiais  renováveis ou reciclados. Atualmente, as fábricas de celulose que utilizam suas tecnologias são autossuficientes em bioenergia. Além disso, sua linha de caldeiras de biomassa permite a geração de energia e calor livres de fósseis. 

Em 2024, a Valmet também foi reconhecida com a medalha de ouro na avaliação de sustentabilidade da EcoVadis e recebeu o prêmio Supply Chain ESG Pioneer no European Chamber Sustainable Business Awards, na China.

Iniciativas na América do Sul 

Na América do Sul, a unidade de Araucária (PR) adota soluções de eficiência energética, incluindo geração de energia por painéis solares, além da entrada da empresa no mercado livre de energia, garantindo um  consumo 100% neutro em emissões de CO2. Até o final de 2025, a companhia pretende alcançar a neutralidade de emissões em suas unidades de Sorocaba, Belo Horizonte e Joinville.

Sobre a Valmet 

A Valmet possui uma base global de clientes em diversas indústrias de processo. Somos líderes globais no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia e, com nossas soluções de automação e controle de fluxo, atendemos uma base ainda mais ampla de indústrias de processo. Nossos mais de 19.000 profissionais em todo o mundo trabalham próximos aos nossos clientes e estão comprometidos em impulsionar o desempenho de nossos clientes – todos os dias. A empresa tem mais de 225 anos de história industrial e um forte histórico de melhoria e renovação contínuas. As vendas líquidas da Valmet em 2024 foram de aproximadamente 5,4 bilhões de euros. As ações da Valmet estão listadas na Nasdaq Helsinki e sua sede fica em Espoo, na Finlândia

Sobre o CDP

O CDP é uma organização internacional sem fins lucrativos que impulsiona empresas e governos a gerenciar seus impactos ambientais. A lista do CDP de todas as empresas que participam publicamente de sua divulgação climática deste ano está disponível no site do CDP.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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