Valmet anuncia nova diretora de RH e HSE para América do Sul

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Flávia Vieira assume cargo de gestão de pessoas e de saúde e segurança da multinacional finlandesa

A Valmet, líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, automação e serviços para os setores de celulose, papel e energia, acaba de anunciar Flávia Vieira como nova diretora de Recursos Humanos (RH) e Health, Safety and Environment (HSE). 

A profissional vai atuar na gestão de pessoas, além de liderar a área de saúde e segurança da Valmet América do Sul, com operações em Araucária (PR), Sorocaba (SP), Belo Horizonte (MG), Imperatriz (MA) e Concepción, no Chile. 

Flávia revela que tem muitos desafios pela frente, principalmente por conta do momento atual em que vivemos, onde temos que nos reinventar frente a pandemia da Covid-19. “Chego na Valmet com o objetivo de tornar o RH ainda mais estratégico e digital em termos de novos negócios, sempre mantendo o foco nas pessoas. Ou seja, fortalecer o desenvolvimento pessoal e coletivo da equipe, respeitando as individualidades, mas, ao mesmo tempo, de forma alinhada aos valores e ao DNA da empresa”, explica.

Flávia é bacharel em Psicologia, possui especialização em Estratégia de Negócios e M&A pelo INSEAD/França, MBA em Recursos Humanos pela FIA/USP, além de certificações profissionais nos Estados Unidos. A profissional possui mais de 20 anos de experiência em RH adquiridos na gestão dos países da América Latina, com atuação em multinacionais dos segmentos químico, farmacêutico e metalúrgico nas principais áreas de Estratégia, Fusão e Aquisição, Gestão de Mudanças, Diversidade, Engajamento e Talentos. Flávia também é membro do comitê de diversidade da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC) e do comitê de Responsabilidade Social (Cores) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP).

Na sua última função, antes de ser contratada pela Valmet, atuou na Bombardier Transportation, fazendo parte da equipe que deu início às operações da empresa na América Latina. 

Sobre a Valmet

A Valmet é a principal desenvolvedora e fornecedora global de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia. Sua atuação de tecnologia inclui fábricas de celulose, linhas de produção de papel, cartão e papel, além de usinas de energia para produção de bioenergia. Os serviços e soluções de automação melhoram a confiabilidade, o desempenho dos processos e aprimoram a utilização de matérias-primas e energia.

Em todo o mundo, a empresa finlandesa possui mais de 14 mil colaboradores diretos e, em 2019, as vendas líquidas foram de aproximadamente 3,5 bilhões de euros. A sede está localizada em Espoo, na Finlândia, e suas ações estão listadas na Nasdaq Helsinki. Na América do Sul, as unidades estão localizadas em Araucária (PR), Sorocaba (SP), Belo Horizonte (MG), Imperatriz (MA) e Concepción, no Chile. Mais informações: www.valmet.com.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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