Valmet apresenta programa de clima para reduzir emissão de carbono

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A meta é diminuir em 80% as emissões de CO2 nas próprias operações e em 20% na cadeia de suprimentos da empresa até 2030

No início de março, a Valmet apresentou o programa de clima “a caminho de um futuro neutro em carbono”, no Dia do Mercado de Capitais da empresa. O programa é uma continuação do abrangente trabalho na área de sustentabilidade da multinacional finlandesa, que é a principal desenvolvedora e fornecedora global de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia.

O programa climático da Valmet inclui metas ambiciosas de redução de emissões de CO2 e ações concretas para toda a cadeia de valor, incluindo as próprias operações da empresa, além da cadeia de suprimentos e os impactos gerados pelo uso das tecnologias da Valmet pelos clientes. O programa está alinhado com o Acordo de Clima de Paris, que consiste em limitar o aumento da temperatura da Terra a 1,5ºC e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. A Valmet está em processo para enviar suas metas climáticas para a Iniciativa de Metas Baseadas na Ciência para validação.

As operações da companhia respondem por aproximadamente 1% da pegada de carbono da cadeia de valor da empresa, e cerca de 4% resultam da cadeia de suprimentos. A meta é reduzir em 80% as emissões de CO2 nas próprias operações e em 20% na cadeia de suprimentos da empresa até 2030. A Valmet visa atingir as metas climáticas de suas próprias operações sem compensação de emissões.

De acordo com o presidente da Valmet na América do Sul, Celso Tacla, as ações sustentáveis da companhia incluem toda a cadeia de produção e o uso das tecnologias. “Nosso programa abrange nossas operações, a cadeia de suprimentos e também a utilização das nossas tecnologias. Com nosso trabalho contínuo em P&D e engenharia de aplicações, vamos seguir desenvolvendo soluções para reduzir o uso de energia na utilização das nossas tecnologias e fornecer aos nossos clientes soluções de geração de energia neutra em carbono a partir de biomassa. Nosso objetivo é desenvolver tecnologias para permitir a produção de celulose e papel totalmente neutros em carbono”, afirma.

Além disso, como a maior parte da pegada de carbono da cadeia de valor da Valmet tem origem na fase de uso das tecnologias, o programa enfatiza a capacidade atual e futura de permitir uma produção 100% neutra em carbono para seus clientes até 2030. Isso exige que a empresa desenvolva novas tecnologias que possibilitem a produção de celulose e papel sem fósseis, e ainda melhore a eficiência energética de sua oferta de tecnologia atual em 20% até 2030. 

Hoje, as fábricas de celulose dos clientes que utilizam as tecnologias da Valmet já são 100% autossuficientes em bioenergia. Além disso, a oferta atual de caldeiras de biomassa da Valmet permite a produção de energia e calor 100% livre de fósseis. 

“As mudanças climáticas e o aquecimento global são desafios significativos que estão levando as empresas a transformar e reduzir rapidamente suas emissões de dióxido de carbono. Acreditamos que a tecnologia desempenha um papel fundamental na diminuição das mudanças climáticas e do aquecimento global, e na transição para uma economia neutra em carbono. Nosso programa climático cobre toda a cadeia de valor e, com ações concretas, reduziremos significativamente nossa própria pegada de carbono, além de apoiarmos nossos fornecedores a fazer o mesmo. A Valmet também está fortemente comprometida em ser o parceiro preferencial dos clientes em sua jornada para a neutralidade de carbono”, diz o presidente e CEO da Valmet, Pasi Laine. 

A companhia tem sido reconhecida por suas ações e estratégia para reduzir as mudanças climáticas, mantendo a posição de liderança no ranking do programa climático do CDP desde 2016. A Valmet está incluída no Índice de Sustentabilidade Dow Jones desde 2014.

Sobre a Valmet

A Valmet, que em 2020 completou 60 anos de atividades no Brasil, é a principal desenvolvedora e fornecedora global de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia. Sua atuação de tecnologia inclui fábricas de celulose, linhas de produção de papel, cartão e papel, além de usinas de energia para produção de bioenergia. Os serviços e soluções de automação melhoram a confiabilidade, o desempenho dos processos e aprimoram a utilização de matérias-primas e energia.

Em todo o mundo, a empresa finlandesa possui mais de 14 mil colaboradores diretos e, em 2019, as vendas líquidas foram de aproximadamente 3,5 bilhões de euros. A sede está localizada em Espoo, na Finlândia, e suas ações estão listadas na Nasdaq Helsinki. Na América do Sul, as unidades estão localizadas em Araucária (PR), Sorocaba (SP), Belo Horizonte (MG), Imperatriz (MA) e Concepción, no Chile. Mais informações: www.valmet.com.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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