Valmet conquista Prêmio Fornecedores do Ano 2022 da Klabin

A Valmet acaba de ser premiada na 1.ª edição do Prêmio Fornecedores do Ano 2022, na categoria de Inovação, no evento INOVA Klabin, realizado no Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. A Valmet se destacou pelas soluções inovadoras desenvolvidas e fornecidas para a Klabin, com especial destaque às máquinas de papel MP27 e MP28 e em desenvolvimentos relacionados às plantas de MFC (celulose microfibrilada) e a extração de lignina. Ainda, a multinacional finlandesa foi reconhecida por seu posicionamento competitivo e sua trajetória consolidada no mercado de papel e celulose. 

Na ocasião, o presidente da Valmet na América do Sul, Celso Tacla, representando todo o time de profissionais da empresa, recebeu o troféu das mãos de Flávio Deganutti, diretor de Negócios Papéis da Klabin. “Ter sido eleita a empresa mais inovadora comprova o posicionamento da Valmet como empresa sustentável e transformadora, e mais do que isso, a parceria da Valmet e Klabin no desenvolvimento conjunto de novas tecnologias. Ficamos muito felizes com o reconhecimento, que reflete nossa parcela de contribuição para a evolução do setor e finalmente para um mundo melhor para as próximas gerações. É um reconhecimento importante, fruto de grandes esforços no desenvolvimento de soluções inéditas e sustentáveis. Contamos com a dedicação de centenas de colaboradores aqui e em outros países que fazem a diferença, desde o desenvolvimento dessas tecnologias até a implementação das mesmas com sucesso no Brasil e no mundo”, agradece.

Dentre as tecnologias oriundas da parceria entre Valmet e Klabin, destaca-se a primeira máquina de papel kraftliner do mundo produzido com 100% de celulose fibra curta de eucalipto. A MP27 foi entregue para o Projeto Puma II e apresenta as tecnologias mais modernas e alinhadas aos objetivos de sustentabilidade das duas empresas. A máquina já superou metas importantes, definindo novos padrões de excelência para a produção de papel kraftliner com o Eukaliner®, um produto inédito e inovador. A MP27 possibilita a produção de embalagens/caixas de papelão ondulado com maior eficiência, melhor estrutura e resistência, aliados à melhor qualidade de impressão e possibilidade de redução de gramatura.

Além da produção com desempenho e qualidade acima da média, a máquina MP27 opera com economias consideráveis de fibra, água, químicos, vapor e energia. A economia de fibras significa requerer a menor área plantada para produzir a mesma quantidade de papel em comparação a outras máquinas produzindo o mesmo tipo de produto.

Ainda, a Valmet foi distinguida pelos projetos em desenvolvimentos relacionados às plantas de MFC (celulose microfibrilada) e extração de lignina que auxiliam e incrementam diversos segmentos do mercado. A MFC é um material renovável utilizado na produção de cosméticos, no fortalecimento de materiais de construção civil, peças leves para carros e até tecidos. A lignina, por sua vez, se presta a uma variada gama de produção de químicos, biocombustíveis e outros produtos como agentes emulsificantes, antioxidantes, pesticidas, fertilizantes, carvão vegetal, aditivos para concreto, entre outros. O reconhecimento fortalece ainda mais a atuação da Valmet, que possui uma oferta única e integrada, que vai muito além de papel e celulose e fomenta outros setores do mercado, como indústrias de processo, têxteis, etc. 

A premiação, que contou com mais de 500 convidados entre colaboradores, clientes e fornecedores, reconheceu os parceiros da empresa, incentivando a melhoria contínua dos processos produtivos, o desenvolvimento de tecnologias, além de fomentar as melhores práticas e serviços ofertados e fortalecer as parcerias entre as companhias. A noite foi marcada pela intrínseca conexão entre inovação e sustentabilidade, e os presentes foram convidados a refletir sobre o futuro do planeta. “A Valmet orgulha-se de posicionar a sustentabilidade no centro das operações e estratégia de negócios. Nossos valores, código de conduta e políticas relacionadas, além de iniciativas e princípios globalmente reconhecidos, criam a base para o nosso desempenho sustentável”, finaliza Celso. 

 

Sobre a Valmet

A Valmet é uma desenvolvedora e fornecedora líder global de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia. Com soluções de automação e de controle de fluxo, a Valmet atende uma base ainda mais ampla de indústrias de processo, visando ser campeã global no atendimento dos seus clientes. Com mais de 17 mil profissionais, a Valmet conta com mais de 220 anos de história industrial e tem como missão converter recursos renováveis em resultados sustentáveis. Em 2022, a empresa Neles Corporation foi incorporada pela Valmet. A Valmet América do Sul opera com unidades em Araucária (PR), Sorocaba (SP), Belo Horizonte (MG), Imperatriz (MA) e Concepción, Antofagasta e Santiago, no Chile.. Mais informações: www.valmet.com.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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