Valmet investe na produção de vestimentas para máquinas de papel e celulose e amplia market share

Para aumentar capacidade de produção de vestimentas, multinacional finlandesa adquire novos equipamentos para sua fábrica na Europa

A Valmet anunciou recentemente um investimento na produção de feltros para máquinas de papel e secadoras de celulose. Os produtos são fabricados na unidade de Tampere, na Finlândia, e exportados para o mercado consumidor ao redor do mundo, incluindo o Brasil. O investimento inclui dois novos teares e equipamentos para acabamento, com objetivo de aumentar a capacidade de produção e atender à demanda mundial. 

“Esses novos equipamentos ampliam nossa capacidade de produção de feltros nos próximos anos e fortalecem nossa posição como um dos principais fornecedores globais, permitindo que o nosso atendimento tenha mais assertividade e celeridade às exigências de qualidade, desempenho e produção moderna, eficiente e sustentável do mercado”, afirma o vice-presidente da unidade de negócios de tecidos e serviços da Valmet, Tero Kokko.

“A sustentabilidade da produção é também uma prioridade para a Valmet e, por isso, continuamos a enfatizar a reciclagem de nossos fluxos secundários de produção e a buscar constantemente por novos fios e matérias-primas mais sustentáveis em nossos laboratórios”, complementa Kokko.

Atuação e entregas Valmet no setor de produtos PMC

A linha de negócios de Services da Valmet, que inclui as vestimentas para máquinas de papel e celulose – conhecidas como Pulp and Paper Machine Clothing (PMC) – está expandindo sua presença de mercado, e o recente investimento tem como objetivo ampliar a abrangência e dar agilidade às entregas. “A Valmet é a unidade de negócios que desenvolve, produz e comercializa vestimentas desde 1897. A longa trajetória permitiu reunir sólida experiência e resultados comprovados nas mais distintas aplicações de vestimentas – da secagem da celulose, papéis para embalagem até papéis especiais –, bem como desenvolver continuamente a qualidade e inovação aos nossos produtos”, detalha o gerente de vendas nnidade de negócios Fabrics, Thiago Pavan. 

Atuando no Brasil há quase 20 anos, a unidade de negócios Fabrics, que engloba PMC, tem fornecido um amplo portfólio de vestimentas, como telas formadoras, feltros, mantas e telas secadoras para o mercado nacional. Com relevantes entregas recentes no mercado de papel e celulose no Brasil, Uruguai e Chile, a Valmet tem ampliado sua rede de atendimento aos clientes, reduzindo o tempo de entrega e proporcionando assistência técnica de qualidade e resposta rápida. 

Os investimentos mencionados aprimoram a qualidade e inovação dos produtos e serviços da Valmet, permitindo que a empresa se destaque no desenvolvimento e aplicação de vestimentas. A multinacional finlandesa também foi responsável pelo fornecimento completo de vestimentas para as últimas entregas de Máquinas de Papel. “Nosso objetivo é oferecer soluções mais rápidas, eficientes e sustentáveis, reduzindo o impacto das emissões de carbono e proporcionando maior competitividade  aos clientes diante das exigências  atuais de mercado”, finaliza Thiago. 

Sobre a Valmet

A Valmet é uma desenvolvedora e fornecedora líder global de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia. Com soluções de automação, válvulas e controladores de fluxo, a Valmet atende uma base ainda mais ampla de indústrias de processo, visando ser campeã global no atendimento dos seus clientes. Com mais de 17 mil profissionais, a Valmet conta com mais de 220 anos de história industrial e tem como missão converter recursos renováveis em resultados sustentáveis. Em 2022, a empresa Neles Corporation foi incorporada pela Valmet. A Valmet América do Sul opera com unidades em Araucária (PR), Sorocaba (SP), Belo Horizonte (MG), Imperatriz (MA) e Concepción, Antofagasta e Santiago, no Chile. Mais informações: www.valmet.com.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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