Créditos: Schepers

Valmet reafirma pioneirismo e anuncia primeira máquina laser de gravação direta das Américas

Com altíssima precisão, ampla variedade de possibilidades de gravação e potencial para dobrar a capacidade produtiva, multinacional apresenta máquina híbrida que combina gravação direta e indireta, unindo flexibilidade no desenvolvimento e excelência no embossamento

Guiada pela inovação contínua e pelo compromisso com eficiência, qualidade e sustentabilidade, a Valmet anuncia a chegada da primeira máquina laser de gravação direta das Américas. A nova tecnologia atua diretamente sobre superfícies metálicas, utilizando um feixe de laser de alta potência que permite atender as necessidades de gravação dos diversos segmentos da indústria de cilindros. A nova máquina apresenta o diferencial da gravação direta — em vez da gravação indireta, comumente utilizada pelo mercado —, o que permite a criação ilimitada de técnicas de embossamento. 

“A nova máquina de gravação direta nos permite criar qualquer tipo de desenho 3D. Podemos afirmar que o leque criativo é quase infinito. Com ela, é possível  desenvolver geometrias variadas, sem a necessidade do ácido utilizado na gravação indireta. Com um altíssimo grau de precisão, a máquina realiza a gravação em diferentes superfícies e garante um acabamento único singular, conforme a necessidade do cliente”, explica o gerente de operações da Valmet, André Molina. 

Com a gravação direta a laser, a nova solução incorpora uma tecnologia mais sustentável, já que dispensa o uso de químicos. A operação conta ainda com  um sistema de exaustão autolimpante, que captura o pó proveniente do processo de gravação e o filtra, mantendo o resíduo contido na máquina, sem emissão de resíduos na atmosfera. “Destaco também o ganho de produtividade e a redução significativa nos prazos de entrega dos rolos gravados. A diferenciação no embossing com desenhos, tipos texturizados e acabamentos foi o fator que impulsionou a decisão da Valmet em adquirir a máquina de gravação direta antes de qualquer concorrente. Somos a única empresa das Américas com essa tecnologia capaz de atender grandes projetos de gravação direta de cilindros”, finaliza. 

Sobre a Valmet: 

A Valmet possui uma base global de clientes em diversas indústrias de processo. Somos líderes globais no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia e, com nossas soluções de automação e controle de fluxo, atendemos uma base ainda mais ampla de indústrias de processo. Nossos mais de 19.000 profissionais em todo o mundo trabalham próximos aos nossos clientes e estão comprometidos em impulsionar o desempenho de nossos clientes – todos os dias. A empresa tem mais de 225 anos de história industrial e um forte histórico de melhoria e renovação contínuas. As vendas líquidas da Valmet em 2024 foram de aproximadamente 5,4 bilhões de euros. As ações da Valmet estão listadas na Nasdaq Helsinki e sua sede fica em Espoo, na Finlândia.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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