Valmet renova Agenda Sustentabilidade 360º

Como parte do contínuo compromisso e engajamento de renovação e desenvolvimento dos principais indicadores de ESG, a Valmet acaba de renovar a Agenda Sustentabilidade 360º, atributo imprescindível para a construção do reconhecido trabalho de sustentabilidade da empresa ao longo dos anos. A nova agenda de 2022 inclui projetos e ações ambientais, sociais e de governança (ESG) para sustentabilidade e abrange toda a rede de valor da Valmet, incluindo a cadeia de suprimentos, operações próprias e uso das tecnologias da Valmet.

A agenda de sustentabilidade da empresa sempre se concentrou em cinco áreas principais: cadeia de suprimentos sustentável; Saúde, Segurança e Meio Ambiente; pessoas e desempenho; soluções sustentáveis e cidadania corporativa. Em versão renovada, o projeto é baseado em uma avaliação abrangente dos tópicos de sustentabilidade que são mais relevantes para os negócios da Valmet e das partes envolvidas na cadeia de valor da empresa. Todos os principais temas apresentam metas concretas e planos de ação integrados ao processo de planejamento anual da multinacional.

“Como uma empresa verdadeiramente global, desenvolvedora e fornecedora líder de tecnologias e serviços para indústrias globais de celulose, papel e energia, a Valmet se concentra fortemente na construção de práticas de negócios sustentáveis e na contribuição para um futuro neutro em carbono. A agenda renovada cria uma plataforma sólida e abrangente para continuar nosso trabalho de sustentabilidade nos próximos anos”, diz o vice-presidente sênior de marketing, comunicações e sustentabilidade da Valmet, Anu Salonsaari-Posti.

DNA da empresa: um trabalho sistemático de sustentabilidade de longo prazo com resultados concretos

A Valmet implementa consistentemente sua Agenda Sustentabilidade 360º por meio de planos de ação trienais concretos e direcionados. O excelente desempenho de sustentabilidade da Valmet vem sendo notado e classificado em vários índices de sustentabilidade de prestígio global e posicionou a empresa entre os líderes mundiais neste tema.

“Graças às nossas equipes e funcionários engajados em todo o mundo, fizemos da sustentabilidade parte de nosso trabalho diário com sucesso e o integramos aos nossos processos de negócios. Isso criou uma base sólida para o desenvolvimento da Valmet como um local de trabalho positivo e seguro para nossos funcionários e um parceiro confiável para nossos clientes e comunidades locais em todo o mundo. Na nova agenda, temos uma abordagem equilibrada de todos os aspectos ambientais, sociais e de governança (ESG) da sustentabilidade, e nosso programa climático lançado em 2021 é parte integrante dessa agenda geral”, explica o presidente e CEO da Valmet, Pasi Laine.

“A Valmet tem dado passos largos para contribuir para que o mundo seja cada dia melhor. Renovamos nossa Agenda de Sustentabilidade 360º para garantir que toda cadeia de valores envolvida nos nossos processos tenha a atenção necessária, processos e monitoramento robustos para entregar produtos e serviços sustentáveis nos três pilares do ESG. Planos ajustados para continuar rumo a nossa missão: converter recursos renováveis em resultados sustentáveis”, complementa o diretor Estratégia, Qualidade e Marketing da Valmet na América do Sul, Pedro Ferraz Paciornik. Leia mais sobre os temas materiais em: www.valmet.com/sustainability360-agenda.

 

Sobre a Valmet

A Valmet é líder global no fornecimento e desenvolvimento de processos, tecnologias, automação e serviços para os segmentos de celulose, papel e energia. A visão da Valmet é se tornar líder global no atendimento aos clientes. O escopo completo de fornecimento inclui fábricas de celulose, linhas de fabricação de papel, cartão e tissue, além de plantas para geração de bioenergia. Os serviços abrangem desde manutenção e peças de reposição até melhorias nas fábricas. Já as avançadas soluções em automação da Valmet englobam desde simples medições até projetos de automação completos em toda a planta fabril, otimizando o uso de matérias-primas e energia. A Valmet possui mais de 14 mil colaboradores em todo o mundo e, na América do Sul, opera com unidades em Araucária (PR), Sorocaba (SP), Belo Horizonte (MG), Imperatriz (MA) e Concepción, no Chile. Mais informações: www.valmet.com.br.

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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